sábado, 15 de janeiro de 2011

Alternativas comerciais

Apesar de o leitor João Carlos ter suas razões e ser um zeloso das coisas de Parauapebas, eu acho que existem fatores que devem ser analisados na decisão, ou na pretensão do presidente da Câmara, Eusébio Rodriges em querer leioar o prédio que dentro de pouco tempo seria antigo.
Primeiramente deve-se dizer que a lei preconiza que que para vender aalguma coisa do patrimônio público o caminho é o leilão mesmo.
Segundo, acredito que as ruas E e F (além de outras) devem ser reservadas para o comércio e o setor de serviços. Prédios públicos podem se localizar em outros logradouros, já que, diferentemente do comercio, não dependem de uma localização privilegiada ou da aglomeração de pesoas. Veja o que acontece com os prédios (feios) da Semas e da antiga creche D. Rosa. Estão lá atrapalhando que a cidade tenha mais alternativas comerciais.
Acredito que outras partes da cidade podem ser preservadas na sua estrutura inicial, como pode ser o caso da praça Mahatma Gandhi que passará por outra reforma e só Deus sabe como será o resultado. Rezemos para que a estrutura inicial seja respeitada.

Um comentário:

  1. Então, em Parauapebas pensamos diferente!?

    Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, na sua grande obra, Brasília, colocaram o Teatro Nacional bem ao lado do Conjunto Nacional (shopinng - centro comercial de Brasília, na época).

    As "pólis" tentando evitar a não precificação da cidadania, colocam seus equipamentos culturais próximos aos pontos de convergência dos cidadãos/consumidores, paradoxalmente, aparentemente. Todas as cidades: Nova York, São Paulo, Rio de Janeiro, Paris, Barcelona, Belém, assim o fazem, "naturalmente".

    Temos um equipamento que permitiria cumprir um papel cultural/cidadão, no local mais adequado possível, ou seja, onde as pessoas passam todos os dias e preferimos abrir mão de tal finalidade, pior, justamente pelos motivos que justificam que lá se localize, aqui é a causa para que de lá a expulsemos.

    Em Parauapebas temos idéias mais "originais", precisamos debatê-las com mais frequência, assim poderíamos influenciar outras "pólis"!

    João Carlos.

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