"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha
de ser honesto".

(Rui Barbosa)


sábado, 16 de julho de 2011

Charge

Ramal ferroviário da Vale em Parauapebas: ônus e bônus

Por Olgney Vaz – colaborador
Uma obra prevista para 33 meses de execução, com início logo após a liberação da LI – Licença de Implantação – emitida pelo IBAMA, o Ramal Ferroviário passa por analises do poder público e da sociedade civil organizada que participam de audiências públicas e discussões sobre o assunto buscando um consenso.

O ramal terá 85,4 km de extensão e integrará, através de um sistema multimodal, rodoferroviário, o escoamento dos diferentes produtos da região, integrando ao corredor de exportação Norte, através de interligação com a Estrada de Ferro Carajás (EFC), o Porto de São Luís e os diversos empreendimentos da mineradora na região.

A ferrovia cortará uma faixa do perímetro urbano à altura do Centro de Formação Paroquial, na rodovia PA-160, sentido Canaã dos Carajás; a rodovia PA-275, próximo ao loteamento Nova Carajás, saída para Curionópolis; passará aos fundos do Bairro Minha Casa Minha Vida, nas proximidades do Projeto Pipa; e irá até a EFC, no bairro Palmares Sul.

Porém até agora representantes da Vale e Prefeitura de Parauapebas não chegaram a um acordo quanto à pauta de reivindicações apresentadas pelo governo municipal.

Parauapebas contempla a Vale com 50% do seu lucro
As exigências feitas pela prefeitura de Parauapebas, um investimento total de R$ 250 milhões, investidos ao longo de cinco anos, o que implica em investimentos sociais, em meio ambiente, saúde, educação, moradia e uma nova matriz econômica que possa preparar a região para o pós mineração. Número que significa 0,2% do lucro que a Vale obteve só no primeiro trimestre deste ano, 2011, que anunciado por ela mesma foi de R$ 11,29 bilhões.

Metade do lucro da Vale sai de Parauapebas e somado mais a região chega a quase 70% do lucro geral da mineradora. Uma prova de poder da mineradora é o salário pago a seu de seu então presidente Roger Agnelli de R$ 15 milhões, por mês.

“Não podemos ficar preso em um passado que se dizia que a obrigação de uma grande empresa era apenas pagar seus impostos. A Vale deve ser parte da solução assim como ela é parte do problema”, alerta Leônidas.

O número de trabalhadores envolvidos na construção do Ramal Ferroviário, que durará três anos, chegará a 3.600; destes apenas 600 continuarão trabalhando na manutenção da ferrovia, as demais pessoas, se não for criada antecipadamente alternativas, ficará a mercê de oportunidades que poderão não existir.

Os números do IBGE dão conta que cada vaga aberta atrai pelo menos outras cinco pessoas. Com base neste cálculo a construção do ramal ferroviário atrairá perto de 20 mil pessoas para Parauapebas e municípios vizinhos; número que nem o próprio projeto terá condições de absorver.

Exigências do governo e reticências da Vale
A comissão de trabalho composta por várias secretarias apresentaram à Vale, em recente reunião realizada no Rio de Janeiro, as propostas das quais 10 merecem destaque: transformação do novo Hospital Municipal de Parauapebas, que deve ser inaugurado em maio do próximo ano, num hospital regional universitário, com área para estágio e residência para futuros formandos da faculdade de medicina a ser criada; e construção de aterro sanitário, com usina de reciclagem e aproveitamento de lixo, cuja área a prefeitura já teria comprado longe do centro urbano. Outras parcerias, como melhoria na infraestrutura urbana e apoio a políticas culturais voltadas para a juventude, também foram apresentadas à Vale.

Um dos pontos mais importantes das exigências apresentadas pela prefeitura à mineradora foi a implantação de um pólo universitário tecnológico, em parceria com a Universidade Federal do Pará, disponibilizando de pelo menos 14 cursos regulares o que seria ganho para a população e ainda para a Vale que lucraria com a mão de obra qualificada na própria região. Segundo a SEPLAN a prefeitura já teria uma grande área para construção do pólo universitário, localizada num dos novos loteamentos urbanos da cidade, compatível com as exigências da UFPA.

Uma proposta inédita feita à Vale pela prefeitura foi a criação do Fundo de Desenvolvimento Regional que receberia um percentual de 3 a 5 por cento para o investimento em municípios como, por exemplo, Eldorado do Carajás que por não possuir projeto mineral não recebe CEFEM, mas sente os ônus do impacto da mineração e por não suportar seus problemas recorrem a Parauapebas em busca de assistência à saúde etc..

Impacto antrópico
A maior preocupação do ponto de vista da SEPLAN é com o impacto antrópico levando em conta que cada projeto implantado pela Vale representa o aumento da migração para Parauapebas ou algum município no entorno. “As pessoas que vem para Parauapebas buscam melhor qualidade de vida; expectativa extremamente justa”, afirma Leônidas Mendes Filho, Secretário Municipal Adjunto da Secretaria Municipal de Planejamento, historiador formado na UFPB (Universidade Federal da Paraíba). Leônidas enumerando como qualidade de vida escola, moradia, saúde, emprego etc.

Já prevendo este impacto a prefeitura de Parauapebas fez algumas exigências à mineradora que, segundo Leônidas, tem se mostrado reticente ao que foi proposto como compensação. Em sua opinião ele diz ser importante que a população de Parauapebas e região tenham ciência de que um ramal ferroviário que liga o Projeto S11D de exploração mineral em Canaã dos Carajás à Pêra Ferroviária do bairro Palmares Sul da Estrada Ferro Carajás,em Parauapebas, não gera nenhum imposto direto para a cidade ou para a região. Trocando em miúdos a região recebe um enorme impacto em si tratando de ônus e nenhuma compensação sobre ela.

O secretário adjunto diz entender que a Vale precisa criar mecanismos de compensação para minimizar os impactos que vão de social a ambiental. A reticência da mineradora fez com que o governo municipal de Parauapebas adiasse a liberação da qual ela precisa para implantar o ramal ferroviário.
Impactos ambientais
Os impactos ambientais estão na mira do ICMbio (Instituto Chico Mendes da Biodiversidade) e entre as grandes preocupações de Frederico Drummond, coordenador do Instituto, estão as cavernas existentes nas proximidades do local onde, de acordo com o projeto, passará a ferrovia. Ele argumenta que, talvez, os 250 metros estipulados não sejam suficientes para assegurar a total integridade das cavidades, uma delas, a maior da região, que podem ser abaladas tanto no período da construção quanto na operação. “A empresa tem que estudar melhor este impacto e fazer uma proposta de uma distancia maior às cavernas”, exige Frederico, citando o trecho da ferrovia que ficará no interior da Flona o que ele qualifica como impacto preocupante. E detalha a vibração, ruídos, possibilidade de atropelamento e stress de animais, e o acesso de pessoas ao interior da floresta. “Quando se tem um acesso a uma floresta ela fica, naturalmente, exposta; assim como o trem vai entrar outras pessoas também se sentirão na liberdade de fazê-lo comprometendo a integridade do local”, preocupa-se o coordenador do ICMBIO, explicando que esta poderá ser uma porta entreaberta para caçadores, madeireiros etc.

Para Frederico estes são impactos em potencial que a empresa, Vale, deve mitigar com um apoio na proteção da biodiversidade; ainda que para isto seja necessário um grande investimentos. Frederico cita ainda o fato de que a ferrovia, no projeto apresentado, deixa alguns agricultores isolados, dado ao fato de que ficarão entre a ferrovia e a floresta o que os tornará, em sua opinião, vulneráveis e passem a buscar sua subsistência na Flona (Floresta Nacional) gerando impactos.

Entre as sugestões de ações mitigadoras apresentadas por Frederico está a indenização das propriedades nesta situação ou ainda programas consistentes de educação ambiental e fiscalização.

O coordenador diz que o projeto ainda está em análise preliminar podendo surgir novos elementos. “Assim que se conclua a análise iremos encaminhar as pendências e complementações que considerarmos necessárias”, explica Federico, detalhando que a análise feia pelo IcmBio é referente a impactos ambientais; mas alerta que esta ferrovia traz também impactos significativos no ponto de vista social, principalmente por rasgar a cidade. E orienta que cabe ao poder público municipal estar muito atento a estes impactos e fazer também sua analise e exigências de mitigação e complementação de estudos. “É significativo para a cidade ter uma ferrovia dentro da área urbana, porém não é isto que o IcmBio avalia”, conclui Frederico.

Sociedade civil em defesa dos interesses da região
O poder privado também demonstra preocupação com o empreendimento da mineradora. O empresário José Rinaldo participou da audiência e apontou como uma de suas preocupações já que a ferrovia passará exatamente na área de expansão da cidade. “Não sou contra a construção do ramal nem do desenvolvimento da região, queremos que haja mais qualidade e respeito”, explica o empresário, apresentando como condicionante que haja preocupação com o meio ambiente e a visualização da própria cidade. Nestas condicionantes ele pede para que num prazo de dois anos após a construção da ferrovia toda a manutenção, serviços de fabricação de itens voltados à ferrovia sejam feitos em Parauapebas. Isto é para que, segundo ele, traga para Parauapebas indústrias e manutenção de vagões e trilhos. “Isto além de gerar empregos e renda trará desenvolvimento para a região”, mensura Rinaldo.

Vale diz ter as soluções e o ramal é viável
Preocupações contestadas pelo Líder de Projeto Ferrovia, Renzo Albiere, garantindo serem suficientes para a preservação às cavernas os 250 metros estipulados no projeto apresentado. “Estudos foram feitos e isto é o suficiente para preservação das cavidades”, assegura Renzo, explicando que de acordo com os questionamentos o projeto poderá sofrer modificações.

Entre os detalhes mitigadores de impactos, Renzo cita a construção de pontes, viadutos e túneis no trajeto da ferrovia; além de 6 pátios de cruzamento, 17 travessias para veículos e 27 para gado. Ainda de acordo com a apresentação do projeto o Ramal terá capacidade para trens de 330 vagões e escoamento de 138 milhões de toneladas de ferro/ano da mina S11D. Este último é nocivo para Parauapebas, pois com ele só o município de Canaã dos Carajás terá direito ao CEFEM.

Sobre os impactos positivos Renzo cita a geração de empregos na construção do ramal ferroviário e a qualificação de pessoas. “A proposta do projeto é implantar nas comunidades postos avançados onde as pessoas possam fazer sua qualificação profissional e se tornar apto a se candidatar a uma vaga e trabalhar na construção da obra”, assegura Renzo.

Quanto a implantação de uma universidade federal em Parauapebas, proposto pela prefeitura de Parauapebas, Renzo afirma ser esta uma meta entre prefeitura e Vale, o

que faz parte das ações da Fundação Vale.

(Blog Zedudu)


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Iniciativa privada alavanca o desenvolvimento da cidade

Quatro momentos do setor produtivo de Parauapebas

Para que um povoado localizado à margem direita do rio Parauapebas, no início dos anos 80, se transformasse em uma metrópole de 200 mil habitantes, foram necessários apenas 30 anos.

Impulsionada pela produção de minério de ferro, Parauapebas cresceu e se tornou referência na região, como um município progressista. Mesmo com uma localização pouco privilegiada, Parauapebas tem atraído milhares de novos moradores todos os anos, bem como empresas que chegam para atuar nos grandes projetos minerais, ou no setor de comércio e serviço.

Comércio

Uma boa amostra da efervescência da cidade é a quantidade de empreendimentos que ela está recebendo. Nas principais vias públicas da cidade centenas de prédios são erguidos, mudando a paisagem e sinalizando para uma rápida verticalização. O boom da construção civil além de gerar milhares de postos de trabalho ainda fez a alegria do setor de materiais de construção, que se multiplicou sobremaneira nos últimos tempos.

A reboque do súbito desenvolvimento, grandes empreendimentos imobiliários fazem a f esta. Só nos últimos quatro anos, cerca de 25 mil terrenos foram comercializados. Os novos bairros expandiram os limites do perímetro urbano da cidade de tal maneira que o que nos passado era centro da cidade hoje é periferia.

Filiais de grandes conglomerados de revenda de automóveis, lojas de departamentos e até shopping center foram instalados, o que funciona como uma grande atestado de viabilidade econômica.

Mesmo sem ter uma estatística confiável, a Jucepa de Parauapebas diz que todos os dias novas empresas dão entrada no registro de instalação, ou alteração. O jornal não conseguiu obter a informação de quantas empresas estariam registradas na Jucepa do município, mas o órgão. A reportagem enviou email para a agencia de Belém, mas, até o fechamento da edição não recebera resposta. A última informação que o jornal tinha, há quase dois anos apontava para um número próximo de 2.500 registros, o que leva a crer que há pelo menos 3.500 empresas atuando no município.

Informações da Câmara de Dirigentes Lojistas de Parauapebas (CDL) dão conta que 510 empresas são filiadas da entidade. Considerando que a CDL atua apenas no setor de comércio e que uma boa parte dos comerciantes ainda não se associou, se teria um número expressivo de empresas no município.

Sinais de exuberância

Os sinais de exuberância estão em toda parte. No dia-a-dia uma classe média cada vez mais numerosa vai às compras, alimentando o comércio. Uma frota de mais de 40 mil veículos transita pelas ruas ocasionando congestionamentos nos horários de pico. Ainda que causem irritação é o preço que se paga pelo crescimento da cidade e até pela modernidade.

Setor mineral – Ainda que todos os segmentos sigam de vento em popa, não há dúvida de que o carro-chefe do município é o setor mineral. Com uma produção de 100 milhões de tonelada de ferro por ano, Carajás tem alavancado o desenvolvimento do município, gerando milhares de empregos direitos e indiretos e contribuindo com tributos.

Além de Carajás, a Vale acaba de iniciar a fase de implantação do Projeto Cobre do Alemão, que deve entrar em operação em 2015. Outro projeto que deve ser aprovado pela prefeitura sem maiores problemas é a ampliação das minas do N4 e N5. Segundo a Vale, depois de entrar em operação, a produção de ferro deve atingir 160 milhões de toneladas ano. Os dois novos projetos gerarão 1.200 empregos efetivos, além de 300 na fase de implantação.

A diversidade dos muitos segmentos que atuam no município é tão evidente que a CFEM, imposto também conhecido como royalties foi suplantado pelo Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN).

Como uma poderosa locomotiva, a iniciativa privada impulsiona o desenvolvimento, transformando a economia da cidade numa das mais prósperas do Estado. Em tempos em que o Poder Público se omite e não faz o dever de casa, o setor privado dá uma demonstração de competência e muito dinamismo.

Fiscalização apreende carne inadequada para consumo e fecha matadouros e açougues clandestinos

Muita carne apreendida pelas autoridades
Funcionário coloca na caminhonete a carne apreendida
A carne foi enterrada em uma área do lixão

Uma operação contra matadouros e açougues clandestinos, que trabalham com a matança e comercialização de gado e outras carnes em Parauapebas, foi desencadeada nesta semana pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Ministério Público, Vigilância Sanitária, Secretária Municipal de Produção Rural (Sempror) Polícias Civil e Militar.

O objetivo da mobilização das autoridades é dar fim a operacionalidade de matadouros clandestinos destes animais que operam na irregularidade e através de um efeito dominó, acabar com a comercialização da carne de má qualidade, exposta aos clientes sem higiene alguma em alguns açougues do município.

Durante a noite desta quarta-feira (14), a equipe esteve embargando dois matadouros clandestinos. Um dos proprietários chegou a dizer à imprensa que realmente vendia carne podre à população.

Em entrevista a imprensa, o gerente de inspeção animal da Adepará, Jeferson de Oliveira, informou que houve uma notificação do Ministério Público para que a Adepará estivesse presente em Parauapebas. Juntamente com os outros órgãos, a Adepará visitou dois locais de abate clandestino de animais, sendo que um estava em pleno funcionamento, porém, sem o alvará do Serviço de Inspeção Municipal de Parauapebas (Sim). “A gente não sabe a origem dessa carne dos animas e doenças podem ser encontradas nos mesmos. Existe uma preocupação com a saúde pública da população, pois os animais inadequados podem causar sérios danos à saúde humana. A nossa preocupação também é com os suínos, pois não tem um abatedouro específico para isso, porém, achamos muita carne de porco nestes açougues irregulares”, ressaltou o gerente de inspeção. Ainda de acordo com Jeferson, os comerciantes terão que se regularizar e foram notificados, além de que tiveram seus açougues fechados. Oliveira finalizou, dizendo que 70% da carne comercializada em Parauapebas é originária de matadouros clandestinos e é imprópria para o consumo.
Duas pessoas, proprietárias dos matadouros, foram detidas, mas vão responder as acusações em liberdade. Mais de 1 tonelada de carne irregular foi apreendida e depois, enterrada em uma cova no aterro sanitário de Parauapebas.

Carne imunda – Durante a apreensão das carnes irregulares, os fiscais notaram sérias irregularidades. Além de a carne estar exposta ao ar livre, sendo alvo de pouso para insetos e de muita poeira, a maioria da mercadoria estava ultrapassada. Os fiscais observaram que a carne era repassada aos clientes em estado de decomposição. Em pedaços de carne de sol apreendidos, a equipe flagrou larvas e em outro pedaço bovino, os profissionais avistaram um ferimento que indicava principio de tuberculose no animal.

Garota Fap 2011



Na quarta-feira, nas dependências do Hotel Igarapé aconteceu a apresentação das candidatas a Garota Fap 2011, que deve movimentar a feira. Muita mulher bonita, o que deve sinalizar que o evento será da melhor qualidade. Em orde aleatória, Bia, Gleyciane, Jamila, Camilla, Priscila, Pamela, Jéssica, Daiane, Massiamy,

Será que a coisa vai?

Parece que dessa vez a coisa vai. Depois de vários anos de promessas que eram esquecidas depois do inverno, a prefeitura anuncio um pacote de obras, no valor de R$ 72 milhões para os bairros do Complexo Altamira. Na terça-feira foi a assinatura da ordem de serviços. Agora é a guardar o serviço de verdade.

Fora do ponto

Alô central da Cooperativas de Parauapebas, Ainda tem muito condutor de van que teima em apanhar passageiro fora da parada. Essas prática tem que acabar, até para moralizar o serviço, que continua sendo criticado pelos usuários. É que enquanto a maioria trabalha no sentido de dar credibilidade ao serviço, tem uma meia dúzia que adora botar gosto ruim.

Resolveu avacalhar

E a Tim, heim, parece que achou bonito a zorra que é a energia da Rede/Celpa e a água da SAAEP e resolveu avacalhar. Há quase uma semana as ligações da operadora só com muita reza. Ao invés de melhorar os serviços, A Tim resolve esculhambar.

HOJE - 466


O jornal está imperdível. Destaque para as matérias sobre o estudo de viabilidade econômica de Carajás, a Força da Iniciativa privada em Parauapebas, Fiscalização de matadouros e açougues clandestinos e muito mais. O HOJE já está nas bancas.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Fiscalização nos açougues

Desde ontem uma blitz da Vigilância sanitária, em parceria com a Polícia Militar vem dando incertas em açougues de Parauapebas.

Carnes de procedência duvidosa, condições de higiene são alguns dos alvos da fiscalização.

Restrições que beiram a burrice

Uma distorção verificada no mercado de trabaho local (e no Brasil inteiro) diz respeito a exigência de experiência anterior para que o jovem ingresse no mercado de trabalho. Em outras palavras, o jovem não tem a tal da experiência porque é jovem e está começando a vida profissional. Partindo desepressuposto nunca conseguirá a famosa experiência.

Não bastasee a restrição absurda de que trabalhadores com mais de 45 anos não servem mais, justamente numa época que ele tem a experiência que poderá ser de grande utilidade para a empresa. Essas são restrições que beiram a burrice.

Trocando de idade


O amigo Alex Fontenele (Ótica Mendes) rasgou a folhinha no último sábado, para alegria dos amigos e famíliares. Parabéns.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O rompimento

Ilimar Franco, O Globo

A decisão da presidente Dilma de impor um ministro dos Transportes ao PR está sendo vista como um rompimento. Na defensiva, o partido não tem como reagir. Seus dirigentes ainda trabalham para recompor a relação política e esperam ser ouvidos quando for nomeado o novo diretor do Dnit.

Um líder governista, apreensivo, disse ontem que a presidente Dilma está queimando parte da gordura que recebeu do ex-presidente Lula.

A insatisfação na base aliada não está restrita ao PR. Depois que a presidente Dilma afastou o ministro Alfredo Nascimento após uma acusação contra ele, todo mundo acha que pode ser o próximo. Floresce o clima de desconfiança.

Charge

Leo: "Foram só sofrer"

Referente ao post em que o amigo Flávio Sacramento informava desde o Rio que estava no Engenhão, assistindo o Fla-Flu, juntamente com Wanterlor Bandeira o irmão Fábio, o eminente Leo Mendes, que goza férias lá pras bandas do Piaui mandou o comentário, que fazemos questão de reproduzir. A intervenção do Leo mostra que a maldade humana e o senso de trepudi ar sobre a desgraça alheia não tem limites.

"Oi, Marcel...

pra variar foram sofrer... Meu amigo, me manda teu email pra leogracco@gmail.com pra eu te mandar fotos de minhas férias na Paraíba e no Piaui...

abraços rubro-negros pra todos,

Leo"

13 de junho - Dia mundial do rock

Lançamento do concurso Rainha da FAP 2011

Acontece nesta quarta-feira (13), a partir das 20h nas dependências do
Hotel Carajás o lançamento oficial do concurso “Rainha FAP 2011”. O
evento faz parte das programações da edição 2011 da Feira de
Agronegócios de Parauapebas (FAP), organizada pelo Sindicato dos
Produtores Rurais de Parauapebas (Siproduz).

Toda a imprensa está convidada para o evento.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Assinatura das obras do Compelxo Altamira

Nesta terça-feira, 12/07, será assinada a ordem de serviço para o início das obras de infraestrutura do Complexo Altamira, já divulgadas anteriormente no calendáriode obras da Semob. Segundo a programação, a assinatura ocorreria às 16h, no Gabinete do Prefeito. Na ocasião, também serão passados alguns detalhes sobre a obra.

Resumo do estudo do professor Célio Costa sobre a viabilidade do estado de Carajás

Autor dos estudos que sustentaram, há 23 anos, a criação do Estado do
Tocantins _ o antigo “corredor da miséria goiano”, que virou uma das
“vitrines” do agronegócio _, o economista Célio Costa analisou, agora,
os indicadores econômicos e sociais para garantir que o futuro Estado
do Carajás nascerá com uma estrutura madura para crescer, distribuir
riqueza e renda, gerar emprego, fazer justiça social e criar segurança
jurídica necessária para estimular investimentos.

Segundo cálculo do economista, até 2014 Carajás receberá um aporte de
recursos em investimentos de R$ 32,8 bilhões, boa parte deles para
alavancar a indústria siderúrgica e o extrativismo mineral. Apenas um
dos grandes projetos nessa área, a Aços Laminados do Pará (ALPA), da
Vale, tem investimentos previstos de R$ 5,8 bilhões e vai gerar 5.300
empregos direitos e outros 16 mil empregos indiretos. Os investimentos
previstos até 2014 em todo o Carajás serão responsáveis pela geração
de novos 63.364 postos de trabalho, segundo o economista.

Célio Costa comparou estatísticas do IBGE de 2008 para concluir que
Carajás tem hoje um Produto Interno Bruto (PIB) acumulado de R$ 19, 6
bilhões, superior as riquezas de pelo menos oito estados brasileiros
com economias já consolidadas: Sergipe (R$ 19,5 bilhões) Alagoas (R$
19,4 bilhões), Rondônia (R$17, 8 bilhões), Piauí (R$ 16.7 bilhões),
Tocantins (R$ 13 bilhões), Amapá (R$ 6,7 bilhões), Acre (R$ 6,7
bilhões) e Roraima (R$ 4,8 bilhões). A renda per capita é de R$
13.605, o que coloca Carajás na 13ª posição no ranking das unidades
federativas.

“Esses números são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística) e refletem o que foi apurado em 2008. Se Carajás é
inviável, como mistificam os que são contra a emancipação, então seria
necessário decretar a falência dos oito estados que têm PIB inferior”,
diz Célio Costa. Na opinião do economista, o novo Estado não precisará
de recursos federais para garantir a implantação e manutenção.
Ao emancipar-se, Carajás ficará com 39 municípios, uma pequena fatia
territorial do Estado-Mãe (296, 6 mil quilômetros quadrados),
população de 1.566.920 habitantes e densidade populacional de 4,6
habitantes por quilômetro quadrado. Tapajós ficaria com uma área de
716.445,23 quilômetros quadrado e 1.139.589 habitantes. Ao novo Pará
ficaria reservado um território de 234.840,67 quilômetros quadrados e
população de 4.874.586 habitantes.

As estimativas do resultado primário nas contas atuais de Carajás
mostram que quando são comparadas às receitas (R$ 2.744.990.549,00) e
despesas totais (R$ 1.825.780.372,00), resta um superávit de R$ 919, 2
milhões. As projeções em cima da arrecadação de todas as receitas (um
total de R$ 2.744.990.549, 00) indicam que o novo Estado terá
capacidade de investimentos superior a R$ 3,1 bilhões, conforme
cálculos do economista.

Além de pólo minero-siderúgico, Carajás ainda dispõe de um setor de
agronegócio organizado _ baseado na produção de carne bovina, com
rebanho próximo a 11 milhões de cabeças, e de frutas _ e um sistema de
geração de energia elétrica ancorado na capacidade e no potencial de
novas usinas hidrelétricas nas bacias que dão à região amazônica a
privilegiada condição de uma das maiores reservas hídricas do mundo.

Célio Costa avaliou os exemplos mais recentes de emancipação, os
casos de Mato Grosso do Sul, que se desmembrou do Mato Grosso, em
1977, e de Tocantins, que resultou da divisão de Goiás, em 1989, para
concluir que tanto a população Estados-Mãe quanto a dos novos Estados
ganharam com a divisão.

Um ano depois do desmembramento, Mato Grosso ampliou sua participação
no PIB do Brasil de 0,61% para 1, 75%. Mato Grosso do Sul, no mesmo
período, se manteve estável, de 1,1% para 1,09%. Juntos, os dois
estados passaram de 1,71% do PIB nacional para 2,84% em 2008.

A mesma expansão aconteceu com Goiás, que passou de 1,31% para 2,48%.
Tocantins também melhorou seu desempenho, saindo de 0,12% de
participação no PIB em 1989, para 0,43% em 2008. Somados, os dois
aumentaram a participação de 1,43% para 2,91% no PIB nacional, em
2008. Segundo o economista, um levantamento do IBGE mostra que entre
no período de 1995 a 2007, a taxa de PIB acumulada nos Estados
desmembrados e nos emancipados cresceu mais que no Brasil. Enquanto no
país o acumulado ficou em 39,77, em Tocantins foi de 68,61; em Goiás,
57,32; Mato Grosso do Sul, 53,31; e, no Mato Grosso, 111,54.

O deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA) diz que outro estudo do IBGE,
que avaliou o período de 1975 a 2000, apontou que enquanto o PIB
brasileiro cresceu 253%, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul cresceram
723%.

“Mato Grosso do Sul e Tocantins, assim como os Estados-Mãe, são
laboratórios a céu aberto para que quiser estudar os efeitos do
desmembramento. A emancipação é um instrumento de transformação
econômica e social”, afirma Giovanni Queiroz.

A análise do economista Célio Costa demonstra que a divisão do Pará,
mais do que permitir que as populações das regiões emancipadas se
desenvolvam e passem a ter acesso a serviços públicos que hoje não
existem ou são precaríssimos, é um projeto nacional.

A criação de duas novas unidades mexe positivamente com a geopolítica
do país, corrigindo os desníveis regionais, na representatividade
política e no preenchimento de vazios demográficos que conspiram
contra a soberania e contra o equilíbrio social e econômico da região
Norte.

O próprio Pará terá mais força política para interferir nas decisões
que sairão do Congresso Nacional e na formulação no Orçamento Geral da
União. Junto com os novos Estados do Carajás e Tapajós, será
beneficiado com a expansão da atual bancada de 20 parlamentares
federais (17 deputados e três senadores) para 39 (30 deputados e nove
senadores), alterando a correlação de forças de toda a região Norte do
país, que melhora em muito seu peso político nas grandes decisões
nacionais.

“O projeto de criação de Carajás está imbricado em relevantes questões
de Estado e de soberania nacional”, diz Célio Costa. Além de
fortalecer o controle de uma grande faixa de fronteira com os vizinhos
latino-americanos, a nova unidade federativa contribuirá para
preencher os crônicos vazios demográficos e de Estado numa região que
representa 52% do território nacional, é carente de serviços públicos
e alvo de cobiça internacional. Lá estão a maior floresta do mundo e
um volume incalculável de riquezas naturais, como o minério e os
recursos de fauna, flora e recursos hídricos.

Com extensão de 1.247.950 de quilômetros quadrados, o atual Estado do
Pará cederia 83% de seu território para a criação de Tapajós e
Carajás, mas nada teria a perder além de uma enorme extensão de terras
que consegue governar precariamente. O Novo Pará ficaria do tamanho do
Estado de São Paulo, seria desonerado dos investimentos e custeio nas
regiões que desejam se emancipar e ainda herdaria a parte mais
organizada e consolidada da economia, representada, em 2008, por 55,6%
do PIB e 50,7% de do ICMS, conforme balanço geral do governo paraense
citado pelo economista Célio Costa.

A campanha pela emancipação de Carajás e de Tapajós depende agora do
Supremo Tribunal Federal (STF), que depois do recesso julgará recurso
pedindo que o plebiscito seja realizado nas regiões diretamente
interessadas na emancipação e não em todo o Pará. A decisão do
Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do último dia 30 de junho,
estendendo a consulta a todo o Estado do Pará, é provisória.

Desrespeito

A exemplo do que ocorreu ontem, anteontem, na semana passada, fazer uma ligação, utilizando os serviços da operadora Tim está cada vez mais difícil, para não dizer impossível.

Por conta disso, os milhares de usuários da oporadora estão com sérios problemas e ao que parece, a empresa não toma nenhuma atitude, não informa aos clientes o problema, ou a previsão da resolução deste.

Um profundo desrespeito.

Vila manda bem e vence de novo. 4 a 0

Júnior Rondon se prepara para cobrar falta no meio

O Vila Romana transformou um jogo que parecia complicado num novo passeio. Sem grandes dificuldades, aequipe do técnico Antônio Macaxeira venceu o Crap por 4 a 0. Durante a semana houve muito bate-boca nos locais de treinamento, mas no domingo a rivalidade ficou apenas dentro das quatro linhas. No final, a vitória do Vila, que segue mais líder do que nunca, c om 9 pontos. O Crap continua com 1 ponto. em dois jogos.

O jogo - a partida começou com o tradicional toque de bola do Vila , com quatro no meio campo, enquanto o técnico Antônio Neto preferiu o 3-5-2. A ideia era liberar os alas para atacar, mas isso não aconteceu e o time ficou muito atrás e sem poder de fogo.

Aos 22 minutos a superioridade do Vila começou a ser tradizida no placar, por meio de Júnior Rondon que teve a participação do goleiro Emerson. Aos 29 minutos, o Vila voltou a marcar . Neném cobrou escanteio e a bola resvalou no lateral Danilo e entrou.

No segundo tempo, o Vila continuou jogando tranquilo e o Crap meio perdido não encontrava o caminho do gol. Macaxeira fez algumas alterações. Bombom entrou no lugar de Roni e não demorou a deixar o seu, com um belo drible no goleiro e tocando para o gol vazio.

O quarto gol do Vola estava a caminho e aconteceu numa bela infliltração do meia Paraná que invadiu a área e tocou longe do alcançe do goleiro, dando números finais à partida.

Vila - Rogério, Júnior Rondon, Elson, Rodrigo e Jairinho; Alan (Leandro), Neném, Serginho, Paraná, Roni (Bombom) e Alessandro. Tec; Antônio Macaxeira

Crap - Emerson, Harry, Pablo, Morcego, Romário, Marquinho, Danilo, Coca, Igor, Romarinho, Habil. Tec. Antônio Neto.


Segunda divisão

Docenorte e Bahia vencem

O Docenorte venceu fácil fáci o Águia Azul, no sábado (09) peal segundona. O Docenorte aplicou a m aior goleada da competição e venceu o Águia Azul por 7 a 2.

O destaque da vitória da equipe da serra foi o atacante Mayson que marcou três vezes, José Francisco, Dudu, Breno e Rodrigues completaram a goleada. Marcaram para o Águia Azul, Lorinho e Jarden.

Outro jogo ocorrrido no sábado pela mesmo campeonato foi o jogo entre Bahia e Triangulina. No final, o Bahia venceu o Triagulina por 2 a 1. Destaque para o golaço de fora da área do atacante Luciano, Jasione também deixou sua marca. O Triangulina a té que jogou bem e dominou as ações, mas não levou sorte e o técnico Jarir Diogo não gostou nada do rendimento da sua equipe.






Sem dó, nem piedade. Dallas detona Asserp

Disputa de bola no meio campo do Dallas e Asserp
Luvanor, autor de dois gols

A frágil equipe da Asserp não foi adversária à altura para um embalado Dallas, que não encontrou dificuldade em aplicar uma elástica goleada na tarde de domingo, na partida preliminar. O jogo foi válido pela municipal de 2011.

Luvanor (2), Mauro (1), Ricardo (3) e Edinaldo fizaram as honras da casa, enquanto Emerson decontou para o Asserp.

Com o resultado, o Dallas soma sete pontos e segue firme na cola do Vila Romana, que também venceu seu compromisso.

O jogo começou bem e Luvanor, que retornava a equipe depois de um longo tempo . Mauro ampliou pouco tempo depois. Luvanor mostrou que estava com fome de gols e mandou mais uma bola pra dentro. Antes do fim do primeiro tempo, Emerson anotou o gol que seria de honra para o Asserp.

No segundo tempo, Ricardo entrou no lugar de Luvanor e a partir dos 30 minutos disparou a marcar. Aos 30, 31 e 37 o atacante marcou três vezes.

No fim do jogo, Edinaldo mandou bem e fez o sétimo.

(fotos: Carlos Campos)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Segunda de caos

Segunda-feira de muito caos nas ruas da Cidade Nova. No horário de pico no semáforo da rua E, nas proximidades da Anagráfica quase um quilômetro de congestionamento.

A falta de vontade do prefeito em duplicar as ruas E e F por ocasião de se fazer o canteiro central começa a cobrar a fatura.

Parada Gay




Parada gay, no domingo, na Praça de Eventos

Nota à imprensa

A Assessoria de Comunicação da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP), vem a público prestar os seguintes esclarecimentos á imprensa local e a todos os munícipes de Parauapebas e região.

· Em relação à matéria intitulada: “Parauapebas ganhará internet banda larga via fibra ótica”, enviada por esta assessoria à imprensa, pedimos desculpas e aproveitamos a oportunidade para esclarecer que houve uma falha de comunicação entre a Assessoria de Comunicação e a Assessoria Jurídica da ACIP.

· Na matéria, foi informado que Parauapebas seria contemplada com internet via fibra ótica a ser implantada pela WKVE Telecom, porém informamos que a internet que está sendo instalada pela empresa não será via fibra ótica, e sim através de sistema via rádio, porém irá somar com os demais provedores de internet que abastecem a nossa cidade.

· Aproveitamos a oportunidade para agradecer o apoio da imprensa nas divulgações das ações e serviços prestados pela ACIP em Parauapebas e região de Carajás.

Prêmio da Música Brasileira - Noel Rosa

No próximo dia 15, às 21 horas, no cineteatro Carajás acontece o 22º Prêmio de Música Brasileira. O homenageado será um dos maiores compositores da MPB de todos os tempos: Noel Rosa.

Caixa eletrônicos pelo ar

Parece que virou moda exploridr caixa eletrônico. Na sexta-feira, por volta das 00:00, várias explosões na mina do N4, mais exatamente no setor de transporte leve mandaram os tais caixas para o ar.

Segundo informações, os bandidos levaram uma grana e se embrenharam na mata. É o que se tem no momento.

domingo, 10 de julho de 2011

Três no Rio

Acabamos de receber um telefonema carinhoso do amigo Flávio Sacramento. Ele, seu irmão Fábio e Wanterlor Bandeira estão no Rio e nesse momento no Engenhão, no Fla-Flu.

Os três estão torcendo pelo Fluzão. Flávio e Fábio são vascainos e Wanterlor tem uma filha Fluminense doente.

Então tá.

Comentário do Décio

Comentário do leitor e colaborador do blog, Décio, que vira e mexe faz comentários muito pertinentes. Este, que estamos reproduzindo é uma pérola:

"Caro Marcel, há 40 anos já se dizia que a corrupção no Brasil era endêmica, mas, pelo o que a gente vê, ela vai se modernizando, se aprimorando, com o passar do tempo.
Hoje a imprensa fala da propina no Ministério dos Trasnportes com uma tranquilidade impressionante, até parece que roubar o dinheiro público normal.

Aqui em Parauapebas se fala em roubo de R$ 700 milhões e todo mundo lamenta, mas não faz nada. A Câmara diz que vai fazer CPI, mas a gente sabe que não vai dar em nada. O Ministério Público não se manifesta. Bate uma tristeza que vou te contar".
Décio

Sabrina Sato diz que recusou fazer novela na Globo


Sabrina Sato, 30 anos, passou na seleção de uma novela da Globo, mas esnobou a oportunidade para ficar no Pânico na TV. Essa é uma das declarações que a morena faz ao jornalistaJennedy Alencar, no programaÉ notícia, que vai ao ar de hoje para amanhã, à 0h30, na Rede TV!. No bate-papo, a ex-BBB também dá sua opinião sobre temas polêmicos. A respeito da descriminalização do aborto, ela diz que ia virar bagunça. Sobre a legalização da maconha, Sabrina fala que o Brasil não está preparado.