quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Mudança suspensa
Depois da pressão do Conselho Municipal de Saúde, OAB e de outros seguimentos, ao que parece a prefeitura resolveu suspender a mudança do pronto-socorro da rua A para a UPA da Cidade Jardim.
Hoje, pela parte da manhá houve uma manifestação, na qual a notícia foi veiculada. Depois um carro de som, um mini trio elétrico circulou "em triunfo" por algumas ruas da cidade, em comemoração.
Menos mal. Como faltam apenas dois meses para o término do mandato talvez seja mais recomendável que essa decisão seja tomada pelo novo governo, mesmo que os argumentos do titular da pasta da Saúde, Juranduir Granjeiro sejam por demais pertinentes.
Wanterlor assume SAAEP
O cargo de gestor do SAAEP não ficou muito tempo vazio. Hoje a tarde circulou a informação de que Wanterlor Bandeira assumiu o cargo.
Em tempo, Wanterlor ocupava o cargo de Chefe de Gabinete e em primeiro momento deve acumular as duas funções, optando pelo salário de uma das duas pastas. Deve-se dizer que os salários são iguais.
Pedro sai do SAAEP
Ontem, 26, o gestor dos Serviços Autônomos de Água e Esgoto de Parauapebas (SAAEP), Pedro Alcântara foi exonerado.
O SAAEP é uma das pastas mais importantes da administração pública e detêm um dos maiores orçamentos da máquina.
O motivo da saída de Pedro Alcântara não foi divulgado.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Pedro Ribeiro se entrega
Finalmente terminou a novela. O empresário Pedro Ribeiro se entregou ontem (25) à Justiça. Ele estava com prisão temporária decretada, mas ainda não havia sido encontrado.
O advogado Vitor Hugo Pelles, que também é advogado de Hamilton Ribeiro, tio de Pedro havia garantido que ele se entregaria, o que de fato aconteceu.
Pedro deve ser transferido para Belém, onde se encontra o tio, Hamilton.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Artigo - Pérola inesperada
Diz o provérbio que de onde não se espera não costuma acontecer grandes
coisas, mas, hoje não foi o que aconteceu. Numa fila de banco encontrei um
jovem que me cumprimentou educadamente, perguntando pelos meus filhos. Logo,
logo o assunto rodou para a política próximo-passada, "Não me foi
favorável, mas já esperava”, respondi-lhe, enquanto puxava pela memória, na
tentativa inútil de identificá-lo.
Com a confiança dos que sabem que tem o mundo e a vida inteira
pela frente, o recém-saído da adolescência flutuava por um monte de
assuntos freneticamente. Ia desde o cotidiano da cidade, amenidades e política.
Alias, quando o assunto desandou pra política, pude verificar um real
interesse, ou seja, não era uma conversa pra passar o tempo, enquanto aguardava
a vez de ser entendido.
Desisti de tentar adivinhar quem era o moço (mais tarde descobrir
que era filho do amigo Léo da Cervebrás). Para meus botões me penitenciei por
não tê-lo reconhecido, entretanto, creditei o lapso às minhas costumeiras ocupações
e ao fato de ser mau fisionomista.
Seria apenas uma conversa trivial, com um jovem estudioso das
coisas da sua cidade, entretanto, a estrutura pessoal, o acervo de
conhecimentos que aflorou, haveria de me mostrar que mesmo sem eu esperar, havia
vida naquela conversa. Pra uma geração considerada pra lá de tubaína, que passa
os dias e as noites com a cara enfiada num PC, atolada até a raiz do cabelo nas
futilidades das redes sociais, querer saber sobre os destinos do município, as
recentes incursões da Justiças sobre a classe política da cidade e resultado
das urnas na eleição de 02 de outubro era um alento considerável.
A perola inesperada saiu quando eu disse que a sociedade não
admitiria ser escamoteada, vilipendiada, como em épocas passadas e isso era um
alento, algo a ser comemorado. “Engana-se, a sociedade continua a mesma, pronta
pra vender o voto por 30 moedas de prata, haja vista a quantidade de vereadores
eleitos pela força da grana, sem qualquer base programática”, disse. Para ele,
o que se vê de alvissareiro hoje em dia é a atuação do Judiciário que na falta
de uma triagem por parte da sociedade, resolve intervir e fechar a porta para a
corrupção, afastando vereadores e investigando as ações do Legislativo e do
Executivo.
Quem diria, 21 anos, se tanto e uma verdade nua, de difícil absorção
colocada na mesa. Acho que a cidade precisa de outras verdades como essa.
Porque tem verdade que é para ser dita.
Plenário vazio, lanchonete repleta
Se no plenário a sessão legislativa, que não aconteceu exibia apenas três vereadores, na sala de lanche, a afluência era bem mais generosa.
Nove vereadores se faziam presentes para participar do rega-bofe, que por sinal estava muito convidativo.
Salada de frutas, bolinhos, tortas e um sem número de outras iguarias enfeitavam a mesa.
Fim de feira
Clima de fim de feira.
A sessão legislativa desta terça-feira não passou de um comunicado do presidente da Casa, Ivonaldo Brás.
Deopois de fazer a costumeira convocação e ter no plenário apenas três vereadores, (Barrão, Devanir e o próprio Brás), o vereador deu os trabalhos por encerrados e finalizou a sessão.
Morre Carlos Alberto Torres, capitão do tri
A braçadeira de capitão sempre lhe caiu bem. Porte esguio, olhar penetrante, personalidade marcante. Não tinha jogador que não ouvisse com atenção suas observações, seus conselhos ou, na pior das hipóteses, suas broncas. Nem Pelé escapava, e foram muitas as vezes em que precisou até baixar a cabeça. E foi esse grande capitão que o futebol brasileiro e o mundo perderam nesta terça-feira, aos 72 anos. Morreu na manhã desta terça-feira, no Rio de Janeiro, vítima de enfarte fulminante, Carlos Alberto Torres, atualmente comentarista do SporTV. Nome e sobrenome de craque. O homem do tricampeonato mundial em 1970, que beijou e levantou a Taça Jules Rimet. O pai de Andrea e de Alexandre Torres, zagueiro que atuou no Fluminense e no Vasco.
Casado três vezes - uma das esposas foi a atriz Terezinha Sodré -, o capitão do tri, que também foi vereador no Rio, de 1989 a 1993, pelo PDT, estava em casa quando passou mal, na Barra da Tijuca. Ainda foi levado para o Hospital Riomar, onde chegou por volta das 11h (de Brasília) com
parada cardiorrespiratória, mas as tentativas de reanimá-lo foram em vão. O detalhe é que Carlos Alberto tinha um irmão gêmeo, Carlos Roberto, falecido há um mês.
parada cardiorrespiratória, mas as tentativas de reanimá-lo foram em vão. O detalhe é que Carlos Alberto tinha um irmão gêmeo, Carlos Roberto, falecido há um mês.
- Tudo foi feito, mas não teve reanimação. Foi provavelmente um infarto agudo do miocárdio. Algumas vezes obtemos êxito. Teríamos condições de reanimar com procedimento, mas ele não nos deu essa chance. Ele já tinha algumas doenças que poderiam levar a esse fato. Sem contar a idade, 72 anos. Chegou acompanhado da esposa, desacordado, sem nenhuma resposta e sem sinais de vida naquele momento. As manobras foram adotadas naquele momento, mas não obtivemos resposta. É lamentável - disse o médico Marcelo Meucci.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Em Parauapebas vale a pena ser suplente
Com as incontáveis reviravoltas no cenário político de Parauapebas e as muitas incursões da política para cumprir mandado judicial de afastamento de vereador, cabe aqui uma observação: em Parauapebas vale a pena ser suplente.
Além dos seis vereadores que cantaram pra subir, apeados do poder antes da hora, um sétimo, já no apagar das luzes dá o ar da graça e atende pelo nome de Maridé Gomes.
A vez de Fábio
Sobre a pergunta de quem assumiria a vaga do Meridé Gomes na Câmara, uma vez que o vereador do PSC foi afastado pela Justiça do mandato que se encerra em 31 de dezembro do ano corrente, uma verdadeiro quebra-cabeças foi montado. É que durante quatro anos muita gente mudou de partido e sem querer deixou a chance passar.
Falou-se em Deibson, que pela lógica seria o suplente natural, entretanto, ainda este ano Deibson mudou de partido, filiando-se no PROS, partido pelo qual concorreu as eleições de 2016.
Aventou-se então a possibilidade de dois suplentes que estariam em dia com a situação politica exigida pela legislação: Fábio Sacramento e Nonatinho.
Amanhã, terça, 24, deve ser a vez de Fábio Sacramento.
Atualização.
Em conversa com Flávio Sacramento, o blog ficou sabendo que não será terça a posse de Fábio, mas no dia 1º de novembro.
sábado, 22 de outubro de 2016
Perguntar não ofende
Uma pergunta que poderia ser feita hoje: valeu a pena a Amazônia tornar-se Brasil? Para o Brasil, com certeza, para a Amazônia, obviamente, foi um grande prejuízo, pelo qual pagam hoje as suas populações.
Manuel Dutra - jornalista e professor universitário
Advogado de Hamilton esclarece
Em entrevista a Zedudu, o advogado Vitor Hugo Pelles afirmou que seu cliente, Hamilton Ribeiro sempre se colocou aà disposição da Justiça para qualquer tipo de esclarecimento, de modo que no seu entender, a prisão era desnecessária.
Na segunda-feira (24), o emresário será ouvido pela Justiça e pode ser posto em liberdade, já que nesta data expira sua prisão temporária.
Sobre Pedro Ribeiro, também defendido pelo advogado, ao contrário do que foi divulgado pela imprensa, inclusive por este blog, até o momento não se tem notícia de sua prisão, entretanto, ele ficou de se apresentar à Justiça.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Mudança adiada
Depois de anunciar que o pronto-socorro da cidade seria transferido para o UPA imediatamente. o secretario de Saúde, Juranduir Granjeiro decidiu adiar a transferência para o dia 31 de outubro. Nesse período será feita uma ampla divulgação, avisando a população do novo local de atendimento.
A ideia é levar a parte de escritório da secretaria para onde hoje funciona o setor de Emergência e economizar a grana do aluguel da sede da SENSA, na rua E, na Cidade Nova.
Desde que assumiu, Juranduir trabalha diuturnamente na contenção de despesas na SENSA. Ao blog, ele voltou a afirmar que a folha de pagamento da secretaria, considerada absurdamente alta é o grande empecilho para a otimização dos serviços.
Quem vai assumir?
Tem que vê que assumirá a vaga deixada por Maridé Gomes (PSC) na Câmara, afastado pela justiça durante a última operação do GAECO em Parauapebas.
A justiça deixou claro que o afastamento do vereador Maridé diz respeito ao mandato que se encerra em 31 de dezembro do corrente ano, entretanto, há que jurre que Maridé pode ser afastado do novo mandato.
Maridé foi eleito com 1.579 votos no último dia 02.
Vereador não terá secretaria em 2017
A justica de Parauapebas reuniou hoje (21) com os vereadores eleitos no último dia 02. Além do juiz Líbio de Araújo Moura, que está sendo transferido para Castanhal, o promotor Hélio Rubens também esteve presente e participou ativamente da reunião.
Práticas comuns e que denigriram o serviço público, como secretarias ligadas a vereador foram abordadas e o recado pra todos os vereadores é que não se admitirá parlamentares comandando secretarias, "vereador é eleito para fiscalizar e não para fazer parte da Administração Municipal", disse o promotor Hélio Rubens, em entrevista.
Os membros do Poder Judiciário se mostraram preocupados com a situação econômica do município. Ainda segundo Hélio Rubens, vereadores que assumiram comando de secretarias se recusavam a se adequar a medidas de contenção de despesas, o que contribuiu para o descontrole das contas públicas.
Durante a gestão do prefeito Valmir Mariano, vários vereadores assumiram o controle de diversas secretarias, por meio de pessoas ligadas a estes. João Assi , o "João do Feijão" (PV) controla a Secretaria de Esportes; Marcelo Parcerinho (PSC), Secretaria de Assistência Social; Maridé Gomes, Secretaria da Mulher; Zacarias Assunção (PSDB), Secretaria de Urbanismo; Ivonaldo Braz, Secretaria de Habitação; Francisco Pavão (Saaep) , além do vereador Barrão, que contralo a secretaria de Meio Ambiente. Deve-se dizer que nas administrações anteriores, essa prática sempre foi corriqueira.
Depois desa reunião, a nova regra foi comunicada aos vereadores, que agora terão que se adequar a orientação. O prefeito eleito, por diversas vezes já havia adiantado que na gestão que começa em janeiro de 2017, vereador terá que se contentar com as atribuições previstas em lei, ou seja, legislar e fiscalizar os atos do Poder Executivo.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Pedro Ribeiro se entrega às autoridades
Depois de ter sido declarado foragido, uma vez que não foi encontrado pela politica pela parte da manhã, Pedro Ribeiro se entregou às autoridades pela parte da tarde.
Pedro era muito ligado ao seu tio, Hamilton Ribeiro, que também foi preso pela operação do GAECO hoje (20) pela manhã.
Pedro aparece nas imagens que foram veículadas e aparecem alguns vereadores recebendo dinheiro.
Parauapebas no foco da Globo. De novo
Quando todo mundo achava que o assunto das gravações de alguns vereadores já tinham dado o que tinha que dar, o telejornal Bom Dia Brasil voltou a carga hoje.
De acordo com a reportagem, o vereador Maridé Gomes (PSC) foi afastado. Maridé foi flagrado numa gravação recebendo dinheiro de um empresário.
Como todo mundo sabe que outros vereadores também pegaram, o caldo pode engrossar e muito ainda. Charles já foi chamado para prestar esclarecimento no Ministério Público.
Problemas à vista
Por falar em problema, o novo governo assume com uma missão espinhosa. Tratar do reajuste salarial, que tem data-base em janeiro.
Com dois sindicatos que costumam engrossar e com uma arrecadação decrescente, o governo municipal terá enormes dificuldades para resolver a situação.
A não ser que os sindicatos resolvam aliviar, dando razão aos argumentos do governo municipal atual, de que as greves de 2016 tinham conotação política.
A conferir...
Saúde com problema
Ontem o secretário de Saúde do município Juranduir Granjeiro concedeu entrevista à Rádio Arara Azul. Ao radialista Elson Brito, Juranduir deu vários esclarecimentos com relação a saúde municipal que (perdão pelo (trocadilho) anda doente.
Juranduir informou que o que mais pesa na gestão da saúde é a folha salarial. Com todas as letras, Juranduir afirmou o que todo mundo já desconfiava, tem médico que chega a ganhar R$ 80 mil por mês.
Ou seja, problema para o outro governo, já que não há nenhum disposição da classe médica de baixar salário e não sobra grana pra outros investimentos.
Alô Conselho de Saúde!
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Cunha é preso pela Polícia Federal
O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso nesta quarta-feira (19), em Brasília. A prisão dele é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. A decisão foi do juiz Sérgio Moro no processo em que Cunha é acusado de receber propina de contrato de exploração de Petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro.
A Polícia Federal (PF) informou que o ex-presidente da Câmara foi preso na garagem de um edifício. Já o advogado dele disse que a prisão aconteceu no apartamento funcional de Cunha.
O deputado cassado embarcou às 15h em um avião da Polícia Federal (PF) no aeroporto de Brasília com destino a Curitiba, onde ficará preso. (veja no vídeo acima) O avião chegou ao aeroporto, na Região Metropolitana de Curitiba, às 16h45. De lá, Cunha seguiu para a superintendência da PF.
ado é acusado de corrupção
No despacho que determinou a prisão, Moro diz que o poder de Cunha para obstruir a Lava Jato "não se esvaziou". O juiz havia autorizado a PF a entrar na casa de Cunha no Rio de Janeiro para prendê-lo. (leia a íntegra da decisão de Moro)
Moro é responsável pelas ações da operação Lava Jato na 1ª instância. Após Cunha perder o foro privilegiado com a cassação do mandato, ocorrida em setembro, o juiz retomou na quinta-feira (13) o processo que corria no Supremo Tribunal Federal (STF).
Nesta segunda (17), Moro havia intimado Cunha e dado 10 dias para que os advogados protocolassem defesa prévia.
Em nota divulgada por seus advogados, Cunha afimou que a decisão de Moro que resultou na prisão é "absurda" e "sem nenhuma motivação". (veja íntegra da nota abaixo)
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em liberdade, Cunha representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla cidadania. Cunha tem passaporte italiano e teria, segundo o MPF, patrimônio oculto de cerca de US$ 13 milhões que podem estar em contas no exterior.
Para embasar o pedido de prisão do ex-presidente da Câmarax, a força-tarefa da Operação Lava Jato listou atitudes, que conforme os procuradores, foram adotadas por Cunha para atrapalhar as investigações.
Entre elas, a convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista e colaborador da Lava Jato Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras.
Atitudes de Cunha para atrapalhar a Lava Jato, segundo o MPF:
– Requerimentos no TCU e à Câmara sobre a empresa Mitsui para forçar o lobista Julio Camargo a pagar propina;
– Requerimentos contra o grupo Schahin, cujos acionistas se tratavam de inimigos pessoais do ex-deputado e do seu operador, Lucio Bolonha Funaro;
– Convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras;
– Contratação da KROLL pela CPI da Petrobras para tentar tirar a credibilidade de colaboradores da Operação Lava Jato;
– Pedido de quebra de sigilo de parentes de Alberto Youssef, o primeiro colaborador a delatar Eduardo Cunha;
– Apresentação de projeto de lei que prevê que colaboradores não podem corrigir seus depoimentos, como fez o lobista Julio Camargo, ao delatar Eduardo Cunha (refere-se ao projeto de lei de autoria do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), um dos membros da tropa de choque que o ex-deputado federal Eduardo Cunha liderava);
– Demissão do servidor de informática da Câmara que forneceu provas que evidenciaram que os requerimentos para pressionar a empresa Mitsui foram elaborados por Cunha, e não pela então deputada “laranja” Solange Almeida;
– Suspeita do recebimento de vantagem indevida por emendas para bancos e empreiteiras;
– Manobras junto a aliados no Conselho de Ética para enterrar o processo que pede a cassação do deputado;
– Ameaças relatadas pelo ex-relator do Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP);
– Relato de oferta de propina a Pinatto, ex-relator do processo de Cunha no Conselho de Ética.
– Requerimentos contra o grupo Schahin, cujos acionistas se tratavam de inimigos pessoais do ex-deputado e do seu operador, Lucio Bolonha Funaro;
– Convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras;
– Contratação da KROLL pela CPI da Petrobras para tentar tirar a credibilidade de colaboradores da Operação Lava Jato;
– Pedido de quebra de sigilo de parentes de Alberto Youssef, o primeiro colaborador a delatar Eduardo Cunha;
– Apresentação de projeto de lei que prevê que colaboradores não podem corrigir seus depoimentos, como fez o lobista Julio Camargo, ao delatar Eduardo Cunha (refere-se ao projeto de lei de autoria do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), um dos membros da tropa de choque que o ex-deputado federal Eduardo Cunha liderava);
– Demissão do servidor de informática da Câmara que forneceu provas que evidenciaram que os requerimentos para pressionar a empresa Mitsui foram elaborados por Cunha, e não pela então deputada “laranja” Solange Almeida;
– Suspeita do recebimento de vantagem indevida por emendas para bancos e empreiteiras;
– Manobras junto a aliados no Conselho de Ética para enterrar o processo que pede a cassação do deputado;
– Ameaças relatadas pelo ex-relator do Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP);
– Relato de oferta de propina a Pinatto, ex-relator do processo de Cunha no Conselho de Ética.
No despacho que determinou a prisão, Moro diz que o poder de Cunha para obstruir a Lava Jato "não se esvaziou". O juiz havia autorizado a PF a entrar na casa de Cunha no Rio de Janeiro para prendê-lo. (leia a íntegra da decisão de Moro)
Moro é responsável pelas ações da operação Lava Jato na 1ª instância. Após Cunha perder o foro privilegiado com a cassação do mandato, ocorrida em setembro, o juiz retomou na quinta-feira (13) o processo que corria no Supremo Tribunal Federal (STF).
Nesta segunda (17), Moro havia intimado Cunha e dado 10 dias para que os advogados protocolassem defesa prévia.
Em nota divulgada por seus advogados, Cunha afimou que a decisão de Moro que resultou na prisão é "absurda" e "sem nenhuma motivação". (veja íntegra da nota abaixo)
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), em liberdade, Cunha representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla cidadania. Cunha tem passaporte italiano e teria, segundo o MPF, patrimônio oculto de cerca de US$ 13 milhões que podem estar em contas no exterior.
Para embasar o pedido de prisão do ex-presidente da Câmarax, a força-tarefa da Operação Lava Jato listou atitudes, que conforme os procuradores, foram adotadas por Cunha para atrapalhar as investigações.
Entre elas, a convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista e colaborador da Lava Jato Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras.
Atitudes de Cunha para atrapalhar a Lava Jato, segundo o MPF:
– Requerimentos no TCU e à Câmara sobre a empresa Mitsui para forçar o lobista Julio Camargo a pagar propina;
– Requerimentos contra o grupo Schahin, cujos acionistas se tratavam de inimigos pessoais do ex-deputado e do seu operador, Lucio Bolonha Funaro;
– Convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras;
– Contratação da KROLL pela CPI da Petrobras para tentar tirar a credibilidade de colaboradores da Operação Lava Jato;
– Pedido de quebra de sigilo de parentes de Alberto Youssef, o primeiro colaborador a delatar Eduardo Cunha;
– Apresentação de projeto de lei que prevê que colaboradores não podem corrigir seus depoimentos, como fez o lobista Julio Camargo, ao delatar Eduardo Cunha (refere-se ao projeto de lei de autoria do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), um dos membros da tropa de choque que o ex-deputado federal Eduardo Cunha liderava);
– Demissão do servidor de informática da Câmara que forneceu provas que evidenciaram que os requerimentos para pressionar a empresa Mitsui foram elaborados por Cunha, e não pela então deputada “laranja” Solange Almeida;
– Suspeita do recebimento de vantagem indevida por emendas para bancos e empreiteiras;
– Manobras junto a aliados no Conselho de Ética para enterrar o processo que pede a cassação do deputado;
– Ameaças relatadas pelo ex-relator do Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP);
– Relato de oferta de propina a Pinatto, ex-relator do processo de Cunha no Conselho de Ética.
– Requerimentos contra o grupo Schahin, cujos acionistas se tratavam de inimigos pessoais do ex-deputado e do seu operador, Lucio Bolonha Funaro;
– Convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras;
– Contratação da KROLL pela CPI da Petrobras para tentar tirar a credibilidade de colaboradores da Operação Lava Jato;
– Pedido de quebra de sigilo de parentes de Alberto Youssef, o primeiro colaborador a delatar Eduardo Cunha;
– Apresentação de projeto de lei que prevê que colaboradores não podem corrigir seus depoimentos, como fez o lobista Julio Camargo, ao delatar Eduardo Cunha (refere-se ao projeto de lei de autoria do deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), um dos membros da tropa de choque que o ex-deputado federal Eduardo Cunha liderava);
– Demissão do servidor de informática da Câmara que forneceu provas que evidenciaram que os requerimentos para pressionar a empresa Mitsui foram elaborados por Cunha, e não pela então deputada “laranja” Solange Almeida;
– Suspeita do recebimento de vantagem indevida por emendas para bancos e empreiteiras;
– Manobras junto a aliados no Conselho de Ética para enterrar o processo que pede a cassação do deputado;
– Ameaças relatadas pelo ex-relator do Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP);
– Relato de oferta de propina a Pinatto, ex-relator do processo de Cunha no Conselho de Ética.
Mudança no Judiciário de Parauapebas
O Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE-PA) aprovou na sessão desta quarta-feira (19) a remoção dos juízes Libio Araújo Moura para a 2ª Vara Criminal da Comarca de Castanhal e Acrísio Tarja Figueiredo para a 1ª Vara Cível e Empresarial da Comarca de Capanema.
A magistrada Ana Tereza Waldemar da Silva solicitou exoneração do cargo em Parauapebas, por ter passado em concurso para juiz no Estado de Goiás. Com isso, a Comarca de Parauapebas vai ficar sem três juízes.
As portarias efetivando as mudanças nas mencionadas comarcas deverão ser publicadas na próxima semana.
O TJE-PA ainda não anunciou quem serão os juízes que substituirão Líbio Moura, Acrísio Figueiredo e Ana Tereza Waldemar da Silva em Parauapebas.
(Waldyr Silva)
Feudos a serem evitados
Informações de uma liderança que participou do staff da campanha do futuro prefeito, Darci Lernen dão conta que o Ministério Público anda preocupado com o abusos e o aparato financeiro verificados na campanha que passou e já chamou Lermen às falas. A recomendação teria sido para que se evite que vereador eleito tome posse de secretaria, por meio de alguma pessoa ligada a ele.
A alguns interlocutores Lermen já tinha falado da sua posição de não ceder aos caprichos de vereadores, com a recomendação ele está convicto de que não vai abrir as portas pra essa prática que acaba por criar feudos dentro da administração pública.
Resta saber se ele vai ter tutano para isso.
Bruno deixa a liderança do governo
Depois de quase um ano, o vereador Bruno Soares (PSD) praticamente encerrou seu ciclo como líder do governo no Câmara. Na sessão de terça (18), o vereador agradeceu o apoio recebido no período e colocou o cargo à disposição.
Não se sabe ainda quem o substituirá na missão de defender o governo na Câmara, visto que faltam apenas dois meses para o encerramento do período legislativo, bem como o mandato do atual gestor, Valmir Mariano.
Sem proposição em pauta, sessão desta terça-feira foi mais rápida
Sem proposições em pauta para serem discutidas e aprovadas em plenário, a sessão ordinária da Câmara Municipal de Parauapebas desta terça-feira (18) durou cerca de 40 minutos.
Minutos antes de iniciar a sessão, o presidente da Mesa Diretora, vereador Ivanaldo Braz (PSDB), concedeu espaço de cinco minutos para o carteiro Everaldo de Jesus Freitas, funcionário dos Correios, que falou sobre eventuais problemas enfrentados pelos empregados da empresa, com a falta de estrutura, e pediu que os vereadores dessem apoio à realização de uma audiência pública para tratar do assunto e buscar solução.
O presidente da Câmara, Ivanaldo Braz, prometeu envidar esforços para apoiar a realização da audiência pública dos funcionários dos Correios.
No grande expediente, o vereador Bruno Soares (PSD) agradeceu ao apoio que recebera nas últimas eleições e colocou à disposição sua função de líder do governo na Câmara de Vereadores.
Nas explicações pessoais, a vereadora Eliene Soares (PMDB) também agradeceu a todos que contribuíram com a reeleição dela.
Ao perceber que o vereador eleito Joel Pedro Alves, conhecido por “Joel do Sindicato”, se encontrava no auditório da Câmara, Ivanaldo Braz o convidou para assistir à sessão na tribuna de honra do plenário.
Marcaram presença na sessão desta terça-feira (18) os vereadores Antonio Massud, Bruno Soares, Charles Borges, Devanir Martins, Eliene Soares, Euzébio Rodrigues, Francisco Pavão, Irmã Luzinete, Ivanaldo Braz, Ivaniti Barrão, João do Feijão, José Arenes e Marcelo Parcerinho. Faltaram à sessão Israel Miquinha e Maridé Gomes.
(Ascom/CMP)
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Analises pertinentes de eminentes pensadores
Nos últimos dias foram veiculadas várias análises sobre o pleito eleitoral próximo passado. Li quase todos e devo dizer que concordo com a maioria dos argumentos, mas, ao meu ver, alguns detalhes devem ser aprofundados, até para que sejam digeridos com uma dose maior de verossimilidade.
Achei muito legal o artigo do Henrique Branco, do Blog do Branco, assim como adorei a leveza do texto do amigo Léo mendes, que nos bons tempos costumava enriquecer as páginas do jornal HOJE com alguns artigos e o Blog do Marcel, isso lá para os idos de 2010, 2011. Por último, li e reli o material do Zedudu, "Vem aí uma era de oportunidades!".
Num ponto os três concordam, a condução política do governo Valmir Mariano foi muito deficiente e abriu o flanco para que um projeto, tido e havido como carta fora do baralho renascesse das cinzas e ganhasse musculatura. Branco enumera uma série de erros evitáveis que ajudaram o projeto Valmir fazer água, como, por exemplo, transição deficiente, rotatividade de secretários, péssima articulação política, falta de iniciativa social, falta de carisma, denúncias de corrupção, crise econômica, não cumprimento de acordos políticos e por vai.
Já Leo Mendes por sua vez considerou o atual prefeito como um sujeito metódico, pouco criativo, desprovido de ousadia, ao contrário de Lermen, um tanto quanto indisciplinado, mas extremamente criativo e ousado e que trará esperança a povo de Parauapebas.
A análise do Zedudu é mais conjuntural. Com propriedade ele aborda a retração dos investimentos da Vale no município e o baixo valor do minério do ferro no mercado internacional, razão do desemprego em Parauapebas. "Darci governou Parauapebas quando o município passava pelo seu melhor momento. A Vale vendia o minério do ferro por preços duas vezes e meia superiores ao que se pratica hoje e a maioria dos projetos na região do entorno de Parauapebas estava no início e a procura por mão de obra era latente. Hoje acontece o inverso. Sem contar que a Lei de Responsabilidade Fiscal, que apesar de promulgada no ano 2000, agora pegou e impõe aos gestores um controle rígido dos gastos e uma maior transparência nas prestações de contas. Fatos que não preocupavam gestores como Darci Lermen" . Profundo conhecedor das realidades regionais, Zedudu colocou o dedo na ferida e fechou o artigo fazendo algumas pertinentes considerações, dentre as quais, antevendo uma ressaca indigesta quando se descobrir que as tais oportunidades que embalaram a campanha de Lermen estão cada vez mais escassas pelo simples fato de que a farinha é pouca pra alimentar uma grande quantidade de bocas famintas.
Bom, a meu gosto, ainda que todas contenham algumas verdades e uns poucos equívocos, a análise do Zé acaba se aproximando mais da verdade. Talvez por vivenciar mais de perto as particularidades da grande "Rio de Águas Rasas", sendo um grande estudioso das coisas da cidade, ao contrario do Henrique Branco, que conforme ele mesmo afirma, chegou por essas paragens em 2014, ou do eminente Leo Mendes, que não esteve na cidade no mandato do prefeito, salvo nos primeiros meses, nos quais foi extremamente injustiçado, Zedudu chega na raiz da questão e dá uma pista que está se tornando um lugar comum no discurso dos políticos da vez: a necessidade de novas alternativas econômicas capazes de suportar a demanda de postos de trabalho que estão se tornando um artigo de luxo.
Em outras palavras: o governo que sai enfrentou arrecadação decrescente e problemas de urbanização herdados de tempos de outrora que se tornaram imensos nos últimos quatro anos. O exemplo maior é os problemas do chamado complexo Caetanópolis, onde quase 30 bairros se ressentem de todos os serviços essenciais, como água, energia, escola, pavimentação e etc, etc.
Por outro lado, a despeito dos problemas, Valmir Mariano deixa um legado de realizações que dificilmente será superado ou mesmo igualado. concluindo, Não foi por falta de trabalho que Valmir Mariano vai mais cedo pra casa.
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Entrevista na Arara Azul
Hoje o prefeito eleito, Darci Lermen esteve na rádio Arara Azul, no programa Cidade Alerta. o novo prefeito concedeu entrevista ao radialista Elson Brito e durante 40 minutos falou de seus projetos e o que pretende fazer nos próximos quatro anos.
Defeito no elevador
Ontem alguns veículos de comunicação apressadamente informaram que o elevador do Hospital Geral de Parauapebas (HGP) havia desmoronado, causando feridos. Houve quem falasse que o elevador havia despencado do terceiro andar, após um forte estrondo.
O Blog foi saber a real situação. Realmente o elevador parou de funcionar e algumas pessoas que estavam dentro ficaram presas cerca de uma hora, sendo retiradas pelo Corpo de Bombeiros.
Evidentemente que defeito no elevador às vezes acontece, mas que isso é sério, é, porque há pessoas que sofrem de claustrofobia.
Tem que apurar as causas, considerando que o equipamento é novo e foi inaugurado no fim de junho.
Novas aquisições serão necessárias
Apesar de o serviço ter melhorado sensivelmente, considerando as verdadeiras carroças que trafegavam nas vias públicas de Parauapebas e erroneamente eram chamadas de transporte coletivo, a cidade precisa urgentemente receber novas unidades de micro-ônibus.
Com a expansão da cidade, as 70 unidades que fazem o serviço de transporte urbano se tornam insuficientes para atender a demanda.
Micro-ônibus superlotados, o que praticamente inviabiliza a climatização e a demora excessiva nas paradas são reclamações recorrentes dos usuários.
A cooperativa e a nova gestão, que começará no inicio do ano que vem, já podem se debruçar sobre o tema.
Parecer contrário
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) detectou irregularidades nas contas do ex-prefeito de Curionópolis, Sebastião Curió e deu parecer contrário à aprovação das contas do ex-gestor.
Segundo o parecer , há um deficit de R$ 6,5 milhões, que teriam que ser devolvidos aos cofres públicos.
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