Depois de azucrinar os ouvidos do pobre do eleitor durante longos três meses com a sofrível musiquinha "todo mundo é treze", desde o picolezeiro, o médico, o engraxate, hoje a cidade amanheceu tranquila e ao que parece, não tem ninguém que ao menos conheça ao alguém que é treze ou que algum dia foi treze.
É como diz a música do azul, pulou todo mundo.
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