"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha
de ser honesto".

(Rui Barbosa)


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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Assalto em Eldorado

Uma quadrilha teria tomado de assalto dois bancos hoje no município de Eldorado dos Carajás, sudeste do Pará. As agências assaltadas foram as do Banpará e do Banco da Amazônia, situadas uma próxima a outra. O assalto, na modalidade conhecida por "vapor", tomou servidores e clientes de surpresa. O crime teria sido registrado no início da tarde desta segunda-feira.

Informações dão conta de que duas caminhonetes teriam sido usadas nos roubos e na fuga. Cerca de oito homens teriam participado das ações simultâneas. Equipes da Polícia Civil já estão no município, sob comando do delegado Casemiro Beltrão, superintendente regional do Sudeste Paraense, com sede em Marabá, e da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). Ainda não foram divulgados detalhes sobre os roubos nem valores levados pelos bandidos.

Fonte: Polícia Civil do Pará- Zé Dudu

Wandenkolk em Parauapebas

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Desde ontem no município, o deputado federal Wandenkolk  Gonçalves presidente da comissão de intermediação de conflitos agrários na Câmara de Deputados intermediou o conflito do MST com os fazendeiros na Fazenda Samambaia (Marambaia?), nos limites do municípios com Curionópolis .

Ao blog, o parlamentar  disse que temeu pelo pior e alertou ao governo a adoção de políticas públicas para evitar episódios que podem descambar para um novo massacre na região.

domingo, 1 de agosto de 2010

Pontes da PA 275 – uma vergonha

Já escrevi sobre isso algumas vezes, mas o que se percebe  é que entra ano e sai ano e as coisas continuam do mesmo jeito, ou seja, ninguém está nem aí.

Todas as pontes do trecho Parauapebas-Marabá apresentam entradas bem acima do nível do asfalto, o que obriga o condutor de veículo a diminuir a velocidade, se tornando assim presa fácil para a ação dos bandidos, principalmente no período noturno.

Se não fosse brincar com o trágico, dir-se-ia que quem planejou as tais “cabeças” de pontes, teria conchavo com a bandidagem que age na  região. No mínimo o serviço foi efetuado com os pés.