"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha
de ser honesto".

(Rui Barbosa)


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Resenha política

O vereador Wolner Wagner e o restante do PSDC não conseguem se entender. Na terça-feira o partido se reuniu para  tratar de dois temas. ### O destino do partido nas eleições de 2012 e a votação sobre o número de vereadores. Nas duas o vereador foi contra a maioria do partido. ### Wolner deixou bem claro que é governo e vai apoiar o governo nas eleições, mesmo que o partido decida o contrário. Estranhamente Wolner se disse a favor de 15 vereadores na Câmara para a próxima legislatutira. ### Wolner não sabe, mas é o candidato mais forte a dançar, no caso da próxima legislatura ser composta de apenas 15. ### Josemir Santos, pré-candidato a vereador pelo PP está muito satisfeito. É que a sua defesa contra a dupla filiação que ele tinha sido incluído conseguiu sentença favorável. Agora o moço está livre para pensar apenas na campanha. ### Em conversa com uma  importante liderança petista, a coluna ficou sabendo que o clima lá é de resistência. "Escreve aí, o PT terá candidato a prefeito e não aceita imposição, esse assunto quem define é o diretório", disse. ### Tem que saber se o diretório tem mesmo condições de brecar a aliança do PT com o PMDB, de ser  uma simples coadjuvante na eleição que se  aproxima, ou se ele já está na mão do prefeito. ### A prisão de Adonei Aguiar e a entrevista dada aos jornais Semanal e HOJE ainda repercutem em Curionópolis. As informações chegadas do município vizinho é que Adonei cresceu muito, depois da sua prisão. ### Tem muita gente achando que existe o dedo, ou melhor, os dedos, as mãos do atual prefeito, Wenderson Chamon, o “chamonzinho” nisso. ### Sobre a iminente aliança do PT com o PMDB e até com a possibilidade de Bel Mesquita encabeçar a chapa para prefeito, o Blog Articulação de Esquerda classificou os rumores como simples factoide. Será?

Estrada da Paulo Fonteles em situação complicada

   

Cansados de conviver com uma situação que beira o caos, moradores da colônia Paulo Fonteles resolveram se mexer e partiram para a reivindicação. Ao invés de esperarem acomodados  por uma solução improvável, eles resolveram utilizar o direito de reivindicar.
    

Na terça-feira (15), cerca de  20 moradores da Colônia Paulo Fonteles estiveram no prédio da Secretaria de Obras, reivindicando serviços de recuperação de uma das estradas mais antigas do município. A estrada tem a atribuição de escoar boa parte da produção rural e é muito movimentada. 
    

Segundo os manifestantes, a estrada, que liga Parauapebas até a Vilinha, mais precisamente no perímetro da localidade conhecida como Moita de Bambu a Vilinha não recebe manutenção há quatro anos. O período das chuvas, que se mostrou rigoroso contribuiu para que a via em questão, cujo perímetro é de 21 quilômetros tivesse vários trechos intransitáveis. Em virtude das muitas enconstas, basta uma pequena chuva para interromper o tráfego até de veículos quatro por quatro.
    

De acordo com o relato dos moradores, veículos que faziam linha no transporte de passageiros deixaram de trafegar em virtude da precariedade da estrada. O mesmo aconteceu com a Kombi que transportava alunos residentes na colônia para a escola da Vilinha deixou de fazer o serviço há um mês, o que prejudicou os alunos, que estão sem aulas desde então.
 

Em entrevista, a aluna Adna Alves da Silva informou que desde o dia 16 do mês passado, ela parou de ir a escola. “Olha nesse trecho não está passando mais automóvel, tem uns três a quatro anos que nada foi feito para melhorar a estrada”. Adna teme agora ter seu ano letivo prejudicado.
    

Outro que também está indignado com a situação José Mendes, que além de possuir uma pequena propriedade rural, trabalha num pequeno comércio, “minha filha também está sem aula e a população está praticamente ilhada. Agora nós viemos cobrar uma atitude da secretaria de Obras”, disse.
    

A pedido dos manifestantes, o jornal esteve na secretaria de Obras para testemunhar a reunião, mas foi impedido por um segurança, que não deixou a reportagem entrar.
    

No final da reunião, a informação que foi passada ao jornal é que na quinta-feira (17) técnicos da Secretaria de Obras estariam no local para fazer um estudo sobre as condições da estrada e posteriormente a secretaria iria efetuar os serviços de recuperação dessa importante via pública. 

Número de vereadores aprovado pela Câmara é inconstitucional

  
 Mesa diretortia da Câmara que dirigiu a sessão
 Na sessão ordinária desta terça-feira (15) a Câmara aprovou em primeira discussão a emenda à Lei Orgânica nº 001/12, fixando o número de 15 vereadores para a próxima legislatura.
    

Apesar de protestos de vereadores como Antônio Adelson (PDT) que apresentou uma emenda que foi rejeitada, Antônio Massud, que disse reiteradas vezes que era favorável a um número maior de vereadores e Faisal Salmen (PSDB),  a maioria votou a favor de 15 vereadores. A emenda será avaliada novamente pela Câmara para que tenha força de lei, mas é certo que será aprovada novamente.
    A decisão da Câmara é de difícil entendimento e foi denunciada por Adelson como casuísmo e um golpe para que em 2013 apenas os grandes partidos tenham representantes no parlamento. Há alguns dias ele tinha sugerido, por meio de um requerimento que a Câmara realizasse uma audiência pública para discutir o número de vereadores com a sociedade. Na ocasião o requerimento foi rejeitado.
    

A decisão deixa transparecer que há um grande interesse de diminuir as vagas no parlamento, aumentando assim o quociente eleitoral, o que alijaria a maioria dos partidos pequenos da disputa.
    

Segundo o argumento do líder do governo na Câmara, o vereador Odilon Rocha de Sanção,  a emenda constitucional 52 delega aos municípios a competência de estipular a quantidade dos vereadores para a próxima legislatura, desde que respeite o lime máximo que é de 19 vereadores e não se refere ao número mínimo, o  que não é verdade. A emenda também estabelece um número mínimo, uma  vez que o artigo  IV, letra d) ensina que os municípios com a população de 50 a 80 mil habitantes terão 15  vereadores. Já na letra e) a emenda estabelece um número de 17 vereadores como máximo para município com uma população variando entre 80  a 120 habitantes.
    

No censo de 2010, o IBGE totalizou a população de Parauapebas em 153 mil habitantes, o que daria um máximo 19 vereadores (conforme letra f da emenda constitucional), o que colocaria o município na condição de ter entre 17 a 19 vereadores. O município não poderia ter uma quantidade de vereadores compatível com uma população de 50 a 80 mil habitantes. À luz da letra constitucional, a Câmara só teria margem para estabelecer uma quantidade de 17 a 19 vereadores e não 15, conforme a votação.
    

Na sessão, o vereador argumentou que já havia jurisprudência, inclusive em alguns casos o Ministério Público havia acatado reivindicação da população que rejeitara  aumento da quantidade de vereadores. O vereador ainda argumentou que a Câmara tinha sete vereadores pertencentes a partidos pequenos, “se isso fosse um golpe não teríamos essa representação aqui”, disse o vereador, sem atentar par ao fato de que em 2008 havia outra conjuntura e que o colégio eleitoral do município era bem menor, o que deixava o quociente eleitoral acessível aos partidos.
    

Reunidos na semana passada, alguns partidos, dentre os quais, PDT, PPS, PSDC ficaram de entrar na Justiça para restabelecer o que determina a emenda constitucional, “Nós estamos conversando e não está descartada a possibilidade de entrarmos na Justiça”, disse Vicente leite, presidente do PSDC, que tem um vereador que compõe a base do governo municipal e  já se declarou a favor dos 15 vereadores em 2013.
    

Pensando exatamente como Vicente Leite, o presidente do PPS, Cláudio Feitosa entende que um número inferior a 17 vereadores é puro casuísmo.
    

Em entrevista, Antônio Massud se disse contrário o que foi aprovado pela Câmara, “desde o início eu disse que era a favor de que era a favor de um número de 17 vereadores”, disse.

Jurisprudência sinaliza que número mínimo
é máximo de vereadores é determinado
 pelas faixas da Emenda Constitucional

    Se os dirigentes partidários saírem do discurso para a prática e entrarem na justiça com o objetivo de reformar a decisão da Câmara de vereadores de Parauapebas, que definiu em 15 vereadores deverão sair vencedores.
    

O PDT adiantou-se e já fez uma consulta ao Tribunal Regional Eleitoral, entretanto, essa consulta já foi feita à Justiça Eleitoral do Estado de Sergipe pela Câmara Municipal de Nossa Senhora do Socorro, um município  sergipano e pode servir de base para uma dúvida que assola a maioria das cidades que ainda não definiu quantos edis suas casas legislativas terão em 2013
    Respondendo a esta consulta, a desembargadora sergipana, Marilza Maynard assim expressou o endendimento:
    

“Respondo: os municípios podem fixar, em suas leis orgânicas, número de vereadores inferior ao limite máximo da faixa em que se enquadra a respectiva população, sendo que este número mínimo está limitado, em cada faixa, pelo limite máximo estabelecido pela faixa imediatamente anterior e deverá obedecer o princípio da proporcionalidade dentro da própria faixa apreciada, não podendo o legislador municipal fixar aleatoriamente esse número mínimo.” 
    

A desembargadora entende que o Poder Legislativo municipal até pode ter um número inferior ao máximo, mas desde que não seja menor do que a da alínea anterior.
    

A decisão da Justiça Eleitoral de Sergipe já começa a correr pelo país afora e deve servir de base para outras decisões da Justiça Eleitoral de outros estados. 


Nota do blogger: diante desse fato e dessa jurisprudência não é preciso dizer mais nada; só não vê quem não quer, ou quem está se fazendo de doido pra fazer sujeira dentro de casa.









HOJE - 499

As vésperas de comemorar a 500ª edição, o jornal HOJE apresenta a edição com uma análise baseada  na clareza do texto da Emenda  Constitucional 58/2009 que deixa claro oque o número de verearres em Parauapebas deve ser de 17 a 19 e não 15,  com foi aprovado em primieira discussão pela Câmara na terça-feira (15). O jornal ainda apresenta jurisprudência da desembargadora Marilza Maynard, do TRE de Sergipe que deixa claro que o mínimo de vereadores não pode ser a bel prazer do legislador municipal.

Como nunca foi de se esconder, o HOJE diza na lata: é decisão da Câmara de Parauapebas é inconstitucional e vai ser derrubada.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Deixou o hospital


Após a recomendação do MP de Parauapebas, a primeira-dama Odilza Lermen deixou a direção do Hospital Municipal de Parauapebas (HPM). A situação caracterizava um caso ‘‘brabo’’ de nepotismo.

Sem aula


Moradores do Complexo Altamira têm reclamado que a escola de Ensino Médio do bairro Novo Horizonte há tempos não tem funcionado. A informação é que está faltando carteiras para os alunos. É aquela velha história, estamos no século 21 e não dá pra aceita a figura do aluno jacaré, aquele que estuda deitado, por falta de carteira.

Lição de casa


Isso quer dizer que o próximo prefeito vai ter que fazer a lição de casa, coisa que o atual, Darci Lermen não quis fazer. A primeira coisa é duplicar as ruas E e F, diminuindo  ou racionalizando o estacionamento e estendendo outras áreas onde hoje não existe. Outras medidas como a construção da orla, extensão da rua 16, construção de uma espécie de linha amarela interligando os bairros da periferia devem ser realizadas com urgência. Vai se gastar uma grana preta com desapropriações, mas, é necessário.

Todo dia é dia


Está cada dia mais caótico o trânsito de Parauapebas. Há pouco mais de dois anos, alguns congestionamento se davam em horários de pico,  final da tarde ou quando alguns inteligentes cismavam de fechar as ruas dois dias antes da realização de algum evento, em frente à Câmara. Hoje, todo dia, faça chuva ou faça sol, é dia de congestionamento.

Protesto


Na tarde de quarta-feira, os acampados no antigo galpão da Usimig, na estada Faruk Salmen fizeram uma nova manifestação e paralisaram a rodovia por três horas. Os acampados protestaram pela demora da implantação da estrutura para a área prometida pelo governo municipal e destinada para moradia. Quem esteve lá jura que eles estavam mais valentes do que siri na lata.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Charge


Adonei x Chamon (o retorno)

Mais um comentário transformado em postagem sobre o caso Adonei x Chamon. Parece que a chapa vai esquentar em Curionópolis.

"Com certeza esse Chamon esta por trás disso, ele é do tipo ditador, o fato mostra: ninguem pode ser contra ou opinião contraria que ele já ataca.
E vai pra midia, pq controla e tem alguns da midia como amigos ou tambem controlados.
UM País, Estado, Municipio que tenha midia controlada é um atraso para toda sociedade.
Parabens Marcel teve lisura.."

Adonei x Chamon


Um leitor anônimo, mas c onhecedor de detalhes im portantes mandou um comentário que transformando em post. Segue abaixo: 

Adonei esqueceu de mencionar que o dono e dois funcionários da gráfica que confeccionou os panfletos disserem em depoimento na delegacia que foram os três acusados que foram na gráfica encomendar os panfletos, preferindo vir com essa conversa pra boi dormir de que o material era de alguem que ele não conhece a quem deu uma carona. Por omitir fato tão importante?

terça-feira, 15 de maio de 2012

Mandaram mal


Ainda sobre a visita do ex-secretário de Obras, José Coutinho a Assembleia de Deus, na semana passada, no qual o pastor Fenelon Sobrinho providenciou para que ele, Coutinho, ocupasse a plataforma,  onde está o púlpito da igreja, uma pessoa muito influente da congregação deixou bem claro que a membrazia detesta ver o púlpito ocupado por político.


"era muito melhor que o pastor fizesse a apresentação com Coutinho sentado na primeira fila,  teria tido muito mais proveito", disse.


Essa opinião o blog  já  havia colhido de outras pessoas, ou seja, mandaram mal.

Na mão do diretório


Em conversa com uma  importate liderança petista, o blog ficou sabendo que o clima lá é de resistência. "Escreve aí, o PT t erá candidato a prefeito e não aceita imposição, esse assunto quem define é o diretória", disse.

Tem que saber se o diretório tem mesmo condições de brecar a aliança do PT com o PMDB, de ser  uma simples coadjuvante na eleição que se  aproxima, ou se ele já está na mão do prefeito.

Adonei, pré-candidato a prefeito de Curionópolis dá sua versão da prisão

    
Depois de amargar 17 dias na carceragem de Parauapebas, o presidente do Democratas e pré-candidato a prefeito de Curionópolis recebeu a imprensa para falar sobre a sua prisão cercada de muita polêmica, prisão esta, ocorrida no último dia 10 de abril, a poucos quilômetros do centro de Curionópolis.
    

Segundo Adonei, que na ocasião foi preso juntamente com Francisco Aderbal e Antônio Luís, correligionários seus  no Democratas, a prisão foi fruto de casuísmo do atual prefeito, Wernderson Camon, o “Chamonzinho”.
    

Os três são acusados de formação de quadrilha, injúria e difamação, sendo enquadrados nos artigos 288 e 344 do Código Penal Brasileiro. Segundo o que foi veiculado, Adonei e Francisco Aderbal e Antônio Luís, tinham sido flagrados de posse de panfletos anônimos que seriam distribuídos na cidade. O conteúdo seria supostas acusações difamatórias contra o prefeito de Curionópolis, o juiz da comarca, o promotor e o delegado de Polícia Civil daquele município.
    

Os três foram presos em Curionópolis e transferidos para a carceragem de Parauapebas. Na semana passada eles tiveram alvarás de soltura assinados pela Juíza Eline Salgado. Eles contestam as acusações.
    

Segundo Adonei o material foi “plantado” no seu carro para incriminá-lo. Ele teria trazido o material de Parauapebas para Curionópolis sem saber do que se tratava. “Tudo foi um golpe para que eu caísse em descrédito junto à população de Curionópolis”,  disse Adonei, que se prepara para a fase de convenções do partido, que lhe dará a prerrogativa de ser candidato a prefeito.
    

“Tudo aconteceu no dia 10 de abril, quando eu estava em Parauapebas e uma pessoa me pediu para que levasse uns pacotes para Curionópolis. Esse tipo de favor é comum e me prontifiquei em levar a encomenda. No Km 25, já perto de Curionópolis fomos abordados por uma guarnição da PM. Eles nos pediram documentos, revistaram meu carro e abriram os pacotes. O sargento que comandava a guarnição telefonou para alguém que eu não se quem era e logo em seguida mandou algemar a gente”
    

Adonei afirma que quando a viatura da PM, transportando os três chegou à delegacia de Curionópolis havia um aparato, imprensa, emissoras de TV, como se já esperassem o desenrolar da cena. “O prefeito esteve na delegacia e riu da nossa cara e disse que eu iria ficar preso. Acredito que o fato de terem algemado a gente foi para denegrir a nossa imagem, pois não havia necessidade, já que em nenhum momento resistimos a prisão”.
    

Depois de ouvidos pelo delegado de Curionópolis, os três  acusados foram transferidos para Parauapebas, onde foram ouvidos novamente pela autoridade policial, “esperava que fosse lavrado um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e depois a nossa liberação, mas, para nossa surpresa foram inventando um monte de coisas, de que eu ameaçara o juiz, formação de quadrilha,  calúnia e difamação, mas deixaram-nos presos na carceragem do Rio Verde, onde ficamos 17  dias”.
    

Adonei não tem dúvida de que tudo não passou de uma atitude desesperada do atual prefeito Chamonzinho para lhe deixar mal junto a população, “para desgosto dele, a população já está tendo consciência do que pode ter ocorrido e tem nos dado apoio”, disse.
    

Contratado para defender Adonei Souza Aguiar, Francisco Aderbal e Antônio Luís, o advogado Flávio Aparecido Santos apontou uma série de vícios no procedimento que levou a prisão dos três acusados. Ele diz que os tr~es não poderia ser enquadrados como criem de formação de quadrilha pora lei diz que tem que ser no mínimo quatro pessoas envolvidas, ‘‘a prisão irregular e atenta contra a democracia’’.

Com todas as letras, Helder diz que Bel é a candidata


Espero o que o vereador Odilon não use a tribuna para desmentir o  blog, mas na reunião que aconteceu na sexta-feira, na residência do presidente do PMDB, Valdir Flausino, Helder Barbalho, que d e ve ser  o candidato a governo do PMDB em 2014 não amaciou ninguém. Deixou bem claro que a cúpula do PMDB tinha apenas Bel Mesquita como pré-candidata.


Melo ainda  tentou argumentar, mas Helder Barbalho não deixou barato e com categoria  disse que a canditata era mesmo Bel Mesquita.

Sobre as pretensões de Odilon de ser candidato a prefeito ele disse que o partido não iria abrir mão em homologar uma candidata com 30% (no caso Bel) em favor de uma candidatura de 3% (deve ter se referido ao Odilon)

Helder  errou apenas nos números, nem Bel tem 30% (na verdade, tem muito,  muito menos) e não se sabe se Odilon tem os referidos 3%.

Odilon deve ter se arrependido (se não se arrependeu, deveria) do tempo que perdeu. Ao invés de viabiliazar uma futura candidatura, assumindo papel de quem queria ser candidato a prefeito ele gastou o tempo dando uma de leão de chácara dos interesses do prefeito Darci Lermen.

Lavando a corrupção






Antes da sessão legislativa desta terça-feira, populares fizeram um manifestação, um ato simbólçico de lavar  a entrada da Câmara de vereadores. 


O ato foi um protesto contra a corrupção do municípioo e a falta de trnasparência.

O movimento foi muito aplaudido pelos frequentadores da Câmara e aconteceu no local adequado. Agora só falta lavar as escadarias do paço administrativo do Morro dos Ventos. A situação por lá é periclitante por demais.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Preocupado


Em conversa com uma liderança do PT, o blog ficou sabendo que o partido anda preocupado e até mesmo insatisfeito. 

É que o partido tem segurado legal a barra de bancar o Coutinho. na hora de dar um novo rumo a essa futura canididatura ninguém o procurou e estão fazendo conjecturas e acordos sem ao menos o consultar. 

Paciência tem limite. 

Márcio Dalferth fala da epopeia da emancipação de Parauapebas




Falar na emancipação político-administrativa, e não falar dos pioneiros que ofereceram suor e lágrimas para que Parauapebas pudesse decidir sobre o seu destino é deixar de reconhecer a luta de um grupo de pessoas que jamais desistiu. Além do envolvimento da população da época, mais de 160 pessoas contribuíram de forma incisiva para o êxito da missão. Nesta edição, o HOJE entrevista Márcio Dalferth, que foi um dos grandes artífices (se não o maior) da emancipação de Parauapebas.

HOJE – Com surgiu o embrião da ideia de liberdade? Quando você percebeu  que já era hora da emancipação?
    Márcio – Tudo começou em fevereiro de 1986 quando me juntei ao grupo de emancipação do estado de Carajás. Era necessário que o futuro estado tivesse uma quantidade maior de municípios e por isso começamos um levantamento dos futuros municípios, dentre os quais Parauapebas. Como eu era do PDT, partido do Geovanni Queiroz eu tinha uma ligação com ele e outras pessoas tinham ligação com Haroldo Bezerra, de Marabá, outros com Carlos Cavalcanti, que era candidato a deputado estadual e ganhou as eleições e por questões partidários, por ele ser do PMDB ele foi o autor do projeto de emancipação de Parauapebas, enquanto Giovanni ficou com outros municípios, como Tucumã, Ourilândia. Dia 07 de março de 1987 nós fizemos uma reunião na Churrascaria do Careca, no Rio Verde, onde hoje funciona a carceragem do Rio Verde. Nessa ocasião coletamos assinaturas  para o primeiro requerimento que daria início ao processo. Algumas pessoas estavam presentes, dentre as quais Faisal Salmen, Wanderlei Brito, o “Wandferlei da Planalto”, Mudubim, Valdir Flausino, Manoel do Baratão, Manoel Calixto, já falecido e outras pessoas mais. No dia seguinte saímos à rua para coletar assinaturas, muitos gostariam de ter assinado, mas não tinham cartão de assinatura no cartório de Marabá. Para resolver essa situação o Almir Siqueira, o “Almir da Transrodovia”, disponibilizou um ônibus para levar o pessoal para reconhecer firma no cartório de Marabá, porque em Parauapebas não tinha cartório. Ao todo foram 116 pessoas que assinaram o primeiro requerimento.

    HOJE – E o próximo passo?
    Márcio – Depois disso nós fizemos o levantamento histórico,    quantas residências,  quantas ligações de energia, população, quantos estabelecimentos comerciais e municiamos o deputado Carlos Cavalcanti com esses documentos. Os problemas começaram a  partir dai, porque emancipar um município naquela época não era tão difícil, difícil era emancipar Parauapebas, por causa do seu potencial econômico e era evidente que Marabá, que era o município-mãe não iria entregar a coisa de mão beijada. Dia 07 de março de 1987 é uma data muito importante porque foi a primeira reunião para recolhimento das assinaturas, visando a emancipação de Parauapebas. Outra data muito importante foi o dia 24 de abril de 1988, que foi o dia do plebiscito, essas datas não podem cair no esquecimento.
    HOJE – O Plebiscito foi difícil?
    Márcio – A população em peso queria a emancipação, mas o plebiscito foi difícil porque havia várias certidões eleitorais, tinha certidão que dava o colégio eleitoral de Parauapebas com 18 mil eleitores, outra dizia que era 16 mil, uma outra atestava um universo de 14 mil e tinha outra que declarava a comprovação de nove mil eleitores. O problema começou após a apuração do plebiscito no o qual votaram 16.034 eleitores, quando nós chegamos em Belém com os boletins e os mapas totalizadores de votos, no TRE tinha a certidão que dava 14 mil eleitores para Parauapebas e foi criado um impasse porque tinham votado um pouco mais de 16 mil eleitores em Parauapebas. Na época nós argumentamos que nosso colégio eleitoral era de 18 mil, fora a população de Água Azul, que também pertencia a Parauapebas. O TRE nos deu 24 horas para apresentar a outra certidão. Eu voltei para Marabá e a juíza eleitoral me deu a certidão comprovando que estava tudo certo e eu pude retornar para Belém de avião para resolver o problema e foi uma das maiores festas que a idade já viu, mas eu não fui a  festa porque dormi quase 24 horas de tão cansado.
    HOJE – como foi a batalha para conseguir a aprovação da Câmara de Marabá?
    Márcio – Como o restante do processo, a aprovação em Marabá foi muito difícil, porque ninguém queria aprovar o desmembramento. Nós tivemos que fazer pressão e até aventar a ideia de entrar com uma candidatura a prefeito de Marabá com uma chapa contendo o candidato a prefeito de Parauapebas e o vice de Curionópolis. Era apenas uma pressão, que no final deu certo.
    HOJE – Consta que no meio do processo de emancipação, havia um mapa que estabelecia os limites na margem direita do rio Parauapebas? Como se conseguiu reverter o quadro?
    Márcio - Em 1987 eu verifiquei que  o mapa do futuro município de Parauapebas estava com os limites no rio Parauapebas, ou seja, Serra dos Carajás iria pertencer a Marabá. Eu vi isso no IBGE com um funcionário do órgão chamado Gadelha. Eu peguei uma cópia do mapa e fomos lutar para que fosse retificado os limites, Lembro que eu falei para o Valdir Flçausino, para o Ivo Gava, Avelar Lustosa, Manuel Baratão Pastor Jonas do Amaral, Manoel Calisto, o “Manoel do Guarujá”, Wanderlei da Planalto e para outros companheiros de linha de frente porque o município iria ficar inviabilizado economicamente. A luta foi grande e contou a coma ajuda de Geovanni Queiroz, que veio nos ajudar e nós fizemos um ato público na feira do Rio Verde, a foto mostra a apresentação do mapa, já retificado. Com a retificação Parauapebas estendeu seus limites ao Rio Itacaiunas e ao rio Itapirapé, depois Marabá empurrou os nossos limites para a Serra do Cururu e criou esse problema da área do Contesto,  que deveria ser de Parauapebas, mas Marabá ficou com essa área para alcançar o Salobo. Depois dessa luta o caminho estava livre e aberto para o evento maior, que foi a promulgação da emancipação de Parauapebasno dia 10 de maio de 1988 pelo então governador do Pará Hélio Gueiro

Três dias sem energia II


Uma das instituições mais atingidas com a falta de energia foi a escola Olga da Silva. Durante três dias os alunos foram mandados de volta para casa. A continuar assim, o  ano letivo com certeza será prejudicado.

Três dias sem energia I


Na semana passada o Complexo Altamira, mais  especificamente o bairro Betânia sofreu com a falta de energia. Por causa de panes em alguns transformadores os moradores ficaram três dias sem energia. Para  resolver o  problema a Rede/Celpa, que está entrando em concordata, em vias de falência pediu emprestado transformadores com a Buriti Loteamentos. 


O negócio está sério mesmo, uma empresa que fatura os tubos não tem transformadores  em estoque... É o fim.

COLUNA DO MARCEL

  Erros corrigidos 

Na coluna da semana passada foram observadas tacadas erradas das duas partes que têm a pretensão de serem protagonistas no processo eleitoral que se aproxima. O leitor com certeza já havia percebido, mas, é um tanto comum os chamados marketeiros “andarem” para a opinião popular e inventarem coelhos tirados da cartola, mulas sem cabeça e outros bichos.
    

A história da Construtora Delta dando suas piruetas na terrinha de águas rasas pegou muito mal (aliás, ainda está pegando), assim como a construção de uma obra faraônica, uma ponte estaiada de 146 metros sobre o charco para ligar a rua do Comércio à sede da prefeitura, no Morro dos Ventos. Ao ver o imenso estrago feito nas fileiras da situação, o assunto morreu e o caso deve ser encerrado.
    

Ainda que sejam temas diferentes, o front do PSD-PSDB também mandou mal, quando anunciou Zé Rinaldo como virtual candidato a vice na chapa de Valmir. O anúncio soou como uma imposição de cima para baixo, como se fosse algum capricho do governador e colocou uma pulga na orelha dos eventuais aliados. Se a ideia de Zé Rinaldo vice era pressionar os possíveis aliados teve efeito contrário e como por encanto começou a fortalecer uma antes improvável terceira via. Deve-se dizer que fatalmente Zé Rinaldo será uma das grandes lideranças do município. Evidentemente que ainda necessidade mais uma vivência política, mas tem boas ideias e é determinado.
    

A tempo, Zé percebeu que o momento não era seu e anunciou a desistência, deixando todo mundo a vontade para fechar a coalização.
    

Errar num processo político é admissível, ninguém vai exigir a perfeição, mas não se deve errar demais, a política costuma punir aqueles que abusam do direito de fazer bobagens, principalmente  quando se sabe  que ninguém está parado. Basta ver a movimentação do PT e PMDB, que na semana passada começaram a alinhavar uma coligação que tem como objetivo vitaminar as possibilidades de eleição. 
    

Não se pode desprezar a máquina, por outro lado, a situação deve se tocar. Jogada ensaiada fora de hora é pedir para aumentar a rejeição, que a bem da verdade já é enorme.
    

Ainda estamos em maio, até final de junho, data-limite das convenções vamos ver muitas movimentações. Algumas serão consideradas golpes de mestre, outras nem tanto, o importante é continuar tentando.

HOJE - 498

Edição do HOJE, que já está nas bancas. Esrta edição é a de aniversário e está imperdível. vá comprar a sua edição

sábado, 12 de maio de 2012

Festa das mães do PTB


Hoje, a partir das 15 h oras, n o Juvenil Clube o PTB realizaará a tradicional festa das mães. Presença de Antônio Massud e de sua esposa Ângela Pereira, que organizará o evento.

PMDB se reúne com pré-candidatos a vereador


Ontem, por volta das 14  horas, o PMDB voltou a e reunir, desta vez a nível local e com a presença dos pré-candidatos a vereador.


Além da presença da ex-prefeita Bel Mesquita, que pode vir a ser candidata a prefeita com o apoio do PT, Odilon Rocha de Sanção, que conta com o apoio de boa parte dos partido para uma eventual candidatura a prefeito e o prefeito de Ananideua, Helder Barbalho, que deve ser o  candidato do partido para governo do Estado, em 2014. 


O encontro aconteceu na casa do presidente de honra do partido, Valdir Flausino. Na  ocasião os  futuros candidatos a vereador externaram a preocupação com o partido e exigiram que o partido tivesse candidato a prefeito, "isso favorece o partido, que se fortalece e teremos uma grande euqantidade de votos de legenda e isso nos ajudará muirto", disse Fábio Sacramento, que falou em nome dos pré-candidatos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

E o prefeito nada


Enquanto isso, o prefeito só aparece na TV. Será que a companhia do povo é tão nefasta que o governante maior do município não se dá ao trabalho de comparecer na festividade?


Antigamente era obrigatória a  inauguração de obra no aniversário, de preferência obra de grande porte. Hà tempos que isso não acontece na trerrinha. É só o circo e olhe lá.

Aniversário


Daqui a pouco, na Praça de Eventos, as comemorações do aniversário de Parauapebas se encerram com a performance da dupla Jorge e Matheus.

Prego batido e ponta virada?

Notícia que roda nos bastidores da política local é que o martelo foi batido em Belém e o nome do governo miunicipal agora é o da ex-prefeita Bel Mesquita. 

Aliás, essa possibilidade já havia sido ventilada  pelo blog. Ao que parece as últimas pesquisas foram decisivas para o pessoal do governo se mexer e ativar o plano B, ou seja Bel Mesquita. Nessa altura do campeonato, Coutinho seria o vice. Tem que vê se ele aceita, assim como o PT de Parauapebas.


Nota do Blogger: Coutinho deve aceitar, sim. Já o PT de Parauapebas vai espernear, vai tentar melar o acordo, mas no final será "convencido" pela frieza dos números. No final, vão-se os anéis e fiquem os dedos. 

10 de maio, dia de reflexão


A despeito das festas e da filosofia do circo e do pão, o dia 10 de maio também convida-nos a uma reflexão.

Foi no dia 10 de maio de 2010 que a comerciária Ana Karina, de 29 anos foi brutalmente asasinada com reqeuintes de crueldade e teve seu corpo ocultado e não foi encontrado.

Apesar de os culpados estarem presos, aguardando julgamento, devemos refletir e lembrar, para fatos como esses sejam extirpados do nosso dia-a-dia.

Parabéns


10 de maio. O dia mais importante do município. o Blog, na pessoa do proprietário Marcel Nogueira se une à população em alvíssaras de muitas felicidades e desenvoolvimento.


Vamos lá, apesar das traulitadas e das rasterias , a gente acredita, esse município é viável, basta não atrapalhar.