Primeiramente deve dizer que as denúncias partiram de gente do próprio PT, talvez com o objetivo de tirar vantagem nas eleições do diretório que se aproximam, entretanto, para a elucidação da verdade e para conhecimento público esse detalhe não é relevante, desde que a verdade venha a tona.
Os fatos estão aí, cabe agora o Ministério Público, a Câmara, investigarem o assunto, mas acho isso pouco provável.
sábado, 7 de novembro de 2009
Confusão no PT - Nilson de defende
Por dever de ofício procurei Nilson para que ele desse sua versão dos fatos. Depois de ir até a sua empresa, a secre t aria de Finanças, onde ele trabalhava até pouco tempo e finalment ea um prédio no Rio Verde, onde funciona o comitê "pré-eleitoral" de Milton Zimmer cnsegui falar com ele e ele deu a sua versão dos fatos (as denuncias assim como a sua versão estão na edição 390, do jornal HOJE, já nas bancas).
Sinceramente, a defea do Nilson me pareceu um tanto inconsistente, mas em nenhum momento eu lhe disse alguma coisa nesse sentido. Me limitei a escrever o que ele me falou.
Na verdade eu não sabia que a matéria iria dar a repercussão que deu, i sso mostra a força do jornal HOJE e a posição de vanguarda que ele ocupa na imprensa de Partauapebas,m publicando fatos que os outros nem sonham em publicar.
Sinceramente, a defea do Nilson me pareceu um tanto inconsistente, mas em nenhum momento eu lhe disse alguma coisa nesse sentido. Me limitei a escrever o que ele me falou.
Na verdade eu não sabia que a matéria iria dar a repercussão que deu, i sso mostra a força do jornal HOJE e a posição de vanguarda que ele ocupa na imprensa de Partauapebas,m publicando fatos que os outros nem sonham em publicar.
Denúncias no PT - o início
Na semana passada fui procurado por algumas pessoas que queriam falar comigo sobre denúncias contra o canddato a presidente do PT, apoiado pelo prefeito Darci Lermen, denúncias de irregularidade eleitoral e até de participação freudulenta em licitação da prefeitura.
Como jornalista me interessei pelo caso e ele ficou de me procurar. Antes de tudo, devo dizer que ele, assim como mais duas pessoas que me procuraram exigiram sigilo absoluto sobre as suas identidades. No dia combinado a fonte me apareceu com muitos documentos. De cara eu percbi que apesar de serem cópias não eram forjados, principalmnete na questão ireegularidade eleitoral, porque eu já sabia que tramitava um processo sobre isso na justiça de Parauapebas.
Por uma questão ética, procurei ouvir o outro lado, no caso Nilson Dias, acusado pelos próprios companheiros de partido.
Como jornalista me interessei pelo caso e ele ficou de me procurar. Antes de tudo, devo dizer que ele, assim como mais duas pessoas que me procuraram exigiram sigilo absoluto sobre as suas identidades. No dia combinado a fonte me apareceu com muitos documentos. De cara eu percbi que apesar de serem cópias não eram forjados, principalmnete na questão ireegularidade eleitoral, porque eu já sabia que tramitava um processo sobre isso na justiça de Parauapebas.
Por uma questão ética, procurei ouvir o outro lado, no caso Nilson Dias, acusado pelos próprios companheiros de partido.
De volta
Depois de alguns dias, resultado da visita da Rede/Celpa em minha casa, que me deixou sem energia uma dia e uma parte do outro volto a atualizar o blog, com os costumeiros pedidos de desculpas.
Nesse período agradeço os comentários dos leitores e pude sentir que o blog é bem acessado. Bom, o blog está de volta e o lema é o mesmo: pau que dá em Chico também dá em Francisco, sempre com muita responsabilidade.
Nesse período agradeço os comentários dos leitores e pude sentir que o blog é bem acessado. Bom, o blog está de volta e o lema é o mesmo: pau que dá em Chico também dá em Francisco, sempre com muita responsabilidade.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Faisal - oposição que detona Bel e Darci
Na semana passada o vereador Faisal Salmen me concedeu entrevista, que foi publicada no jornal HOJE. Como várias pessoas me pediram para que eu postasse no blog aí está. Espero que gostem porque o vereador não alivia ninguém. De Darci a Bel Mesquita ele detona geral. O pior é que ele está coberto de razão. Veja a entrevista:
No dia-a-dia do vereador do PSDB a preocupação com estruturação do partido, que deve ser base de apoio para a futura candidatura a governador de Simão Jatene, enquanto prepara o cenário para 2010, Faisal Salmen não abre mão de continuar sendo a referência da oposição de Parauapebas. Foi assim que o primeiro prefeito de Paruapebas, deputado estadual por duas vezes recebeu a reportagem do HOJE para a entrevista que se segue:
HOJE – Vamos começar com a pergunta inevitável. Como você está vendo o novo cenário político de Parauapebas, com filiações de última hora, principalmente a do secretário de Obras João Fontana, que se filiou ao PMDB?
Faisal – O cenário de hoje seria gracioso se não fosse trágico porque o que se vê é a junção de vários grupos para a base governista com o propósito de se perpetuarem no poder. A aliança da deputada Bel Mesquita com o prefeito Darci Lermen é a materialização dessa aliança na qual a deputada se une a Darci através do ganho. Ela ganha a secretaria mais importante do município e passa a despachar da secretaria de Obras. Com isso ela amplia a base do governo Darci com dois vereadores do PMDB na Câmara Municipal. Hoje só existem dois grupos políticos. O da oposição, da qual eu faço parte, assim como o povo de Parauapebas que hoje se sente traído e o grupo do prefeito e seus aliados que são o PMDB de Bel, o PDT de Evaldo, Adelson e Valmir. Esse é o cenário de Parauapebas. Eles estão tentando fazer um único grupo político para dominar o município por muito tempo.
HOJE - Na sua avaliação, como o povo de Parauapebas está recebendo essas movimentação?
Faisal – O povo de Parauapebas deve ter ficado como eu fiquei: abismado. Na rua o que a gente ouve é que todo mundo foi traído, porque se depositava na Bel a esperança de derrubar o governo que aí está. Nós temos pesquisa encomendada pelo partido de que 90% das pessoas não aprovaram a atitude dela.
HOJE – Historicamente 40% da população de Parauapebas vota com a oposição. Quem vai herdar esse espólio eleitoral, já que várias lideranças políticas foram compor a base do governo?
Faisal – Primeiro lugar é que o povo deve esquecer a Bel como representante da oposição,assim como outras lideranças, como Valmir porque estão na base do governo. Hoje o povo está de certa maneira órfão e cobra uma atitude mais incisiva dos que são oposição, inclusive de mim. Acho que o povo tem razão, eu preciso ainda ser mais duro com o governo, porque nada funciona. Quero defender os interesses populares nas questões que afligem o seu dia-a-dia, como saúde pública, moradia, saneamento básico, segurança, educação e empregos.
HOJE – Há indícios de que a aproximação de Bel e o prefeito Darci se deu em 2004, quando inclusive teria havido financiamento do grupo da Bel ao candidato Darci. Isso te machucou?
Faisal – Eu confirmo que essa aliança começou em 2004, quando o grupo da então prefeita Bel Mesquita colocou muitos obstáculos para que eu não ganhasse a eleição. O secretário de Finanças, Welney Lopes de Carvalho financiou inclusive a campanha de Darci e isso é fácil de comprovar bastar entrar no site da Justiça Eleitoral e ver na prestação de contas do Darci doação do sócio do Welney e da Bel, que é Elder Rodrigues Zebral. Zebral financiou Darci a pedido do Welney. Esse assunto me machuca muito e eu falo isso com muita dor porque foram pessoas que eu ajudei a colocar no poder, que eu subi no palanque por eles, enfim, que eu dei tudo a eles. Seria mais justo, eles terem aberto o jogo e terem dito para que eu não saísse candidato. Eu participei da farsa de 2004 sem saber e o que é pior, a farsa foi repetida em 2008, dessa vez com a Bel candidata, que concorreu para perder, deixando o caminho livre para Darci. Faz tempo que esse grupo me persegue. Em 2006 colocaram muitos candidatos a deputado para concorrer comigo, para que eu não me elegesse, enquanto a Bel saiu a deputada federal sozinha e o PT não apoiou nenhum candidato em Parauapebas para federal para que ela se elegesse. Você percebe que há uma tentativa de me matar politicamente.
HOJE – Por falar em governo, como você vê quase cinco anos do governo Darci Lermen?
Faisal – No primeiro mandato do prefeito, o desafio era ser melhor do que a Bel. Agora ele tem um novo desafio, fazer um segundo mandato melhor do que o primeiro e eles falhou em ambos os casos. Como foi noticiado no jornal, são R$ 400 milhões arrecadados em 2009, o que significa dizer que deveria ter pelo menos R$ 40, R$ 50 milhões em obras mas não se tem nada disso. Isso precisa ser questionado e levado para a sociedade. Por exemplo, a saúde recebeu R$ 65 milhões e é um fracasso. As pessoas não vão ao hospital, aos postos de saúde para serem salvas, elas correm o risco de serem mortas.
HOJE – E as obras? Existem mesmo 1.700 quilômetros de estradas rurais recuperadas? As ruas da cidade estão recuperadas?
Faisal – Só se for em outra cidade. O secretário está economizando na verdade. Na zona rural ainda se vê serviços de recuperação, mas na cidade é uma calamidade. Os vanzeiros reclamam e quando é colocado asfalto é de baixa qualidade. O secretário deve está se referindo a uma outra cidade. É fácil perceber o abandono. Os serviços de Correios não fazem entrega de correspondência em muitos pontos da cidade por causa da falta de trafegabilidade das ruas.
HOJE – Estamos no quarto ano de racionamento de água e pelo jeito ainda vamos ficar mais um bom tempo. O que fazer?
Faisal – Ficar quatro, cinco dias sem água é uma agressão e atinge a dignidade humana. A água é o bem maior e essa governo tem obrigação de resolver essa questão e isso não é favor, é obrigação e dinheiro para isso tem, porque Parauapebas tem a segunda maior arrecadação do estado e uma das maiores do Brasil. Eles não resolvem porque não se programam, porque são desorganizados.
HOJE - Você como vereador o que tem feito para pressionar? A gente sabe que nem a prestação de contas quadrimestral tem chegado até ao Legislativo.
Faisal – Eu vou solicitar, aliás, já solicitei na tribuna mas agora eu vou fazer oficialmente e se não houver resposta eu vou denunciar no Ministério Público. O prefeito na campanha disse que faria a prestação de conta inclusive para o povo, mas isso não está ocorrendo. Por causa desses desmandos e para combater esses grupos políticos que se juntaram ao governo a gente precisa ir para a rua, até para dar uma alternativa de governo.
HOJE – Você pretende ser candidato em 2010?Faisal – Eu serei candidato e vou defender o nome do Dr. Jatene a governador e ele representa a oposição ao PT. Em Parauapebas serão dois grupos. O grupo do prefeito, apoiado pelo prefeito e o grupo da oposição, no qual eu estarei.
HOJE – Quais serão os caminhos do Faisal a partir de agora?
Faisal – Gostaria de dizer ao povo de Parauapebas que eu não faço parte desse grupo, aliás, continuarei combatendo esse grupo por que tenho convicção de que o povo dar uma boa resposta a eles nas urnas, já a partir de 2010 e também e 2012.
No dia-a-dia do vereador do PSDB a preocupação com estruturação do partido, que deve ser base de apoio para a futura candidatura a governador de Simão Jatene, enquanto prepara o cenário para 2010, Faisal Salmen não abre mão de continuar sendo a referência da oposição de Parauapebas. Foi assim que o primeiro prefeito de Paruapebas, deputado estadual por duas vezes recebeu a reportagem do HOJE para a entrevista que se segue:
HOJE – Vamos começar com a pergunta inevitável. Como você está vendo o novo cenário político de Parauapebas, com filiações de última hora, principalmente a do secretário de Obras João Fontana, que se filiou ao PMDB?
Faisal – O cenário de hoje seria gracioso se não fosse trágico porque o que se vê é a junção de vários grupos para a base governista com o propósito de se perpetuarem no poder. A aliança da deputada Bel Mesquita com o prefeito Darci Lermen é a materialização dessa aliança na qual a deputada se une a Darci através do ganho. Ela ganha a secretaria mais importante do município e passa a despachar da secretaria de Obras. Com isso ela amplia a base do governo Darci com dois vereadores do PMDB na Câmara Municipal. Hoje só existem dois grupos políticos. O da oposição, da qual eu faço parte, assim como o povo de Parauapebas que hoje se sente traído e o grupo do prefeito e seus aliados que são o PMDB de Bel, o PDT de Evaldo, Adelson e Valmir. Esse é o cenário de Parauapebas. Eles estão tentando fazer um único grupo político para dominar o município por muito tempo.
HOJE - Na sua avaliação, como o povo de Parauapebas está recebendo essas movimentação?
Faisal – O povo de Parauapebas deve ter ficado como eu fiquei: abismado. Na rua o que a gente ouve é que todo mundo foi traído, porque se depositava na Bel a esperança de derrubar o governo que aí está. Nós temos pesquisa encomendada pelo partido de que 90% das pessoas não aprovaram a atitude dela.
HOJE – Historicamente 40% da população de Parauapebas vota com a oposição. Quem vai herdar esse espólio eleitoral, já que várias lideranças políticas foram compor a base do governo?
Faisal – Primeiro lugar é que o povo deve esquecer a Bel como representante da oposição,assim como outras lideranças, como Valmir porque estão na base do governo. Hoje o povo está de certa maneira órfão e cobra uma atitude mais incisiva dos que são oposição, inclusive de mim. Acho que o povo tem razão, eu preciso ainda ser mais duro com o governo, porque nada funciona. Quero defender os interesses populares nas questões que afligem o seu dia-a-dia, como saúde pública, moradia, saneamento básico, segurança, educação e empregos.
HOJE – Há indícios de que a aproximação de Bel e o prefeito Darci se deu em 2004, quando inclusive teria havido financiamento do grupo da Bel ao candidato Darci. Isso te machucou?
Faisal – Eu confirmo que essa aliança começou em 2004, quando o grupo da então prefeita Bel Mesquita colocou muitos obstáculos para que eu não ganhasse a eleição. O secretário de Finanças, Welney Lopes de Carvalho financiou inclusive a campanha de Darci e isso é fácil de comprovar bastar entrar no site da Justiça Eleitoral e ver na prestação de contas do Darci doação do sócio do Welney e da Bel, que é Elder Rodrigues Zebral. Zebral financiou Darci a pedido do Welney. Esse assunto me machuca muito e eu falo isso com muita dor porque foram pessoas que eu ajudei a colocar no poder, que eu subi no palanque por eles, enfim, que eu dei tudo a eles. Seria mais justo, eles terem aberto o jogo e terem dito para que eu não saísse candidato. Eu participei da farsa de 2004 sem saber e o que é pior, a farsa foi repetida em 2008, dessa vez com a Bel candidata, que concorreu para perder, deixando o caminho livre para Darci. Faz tempo que esse grupo me persegue. Em 2006 colocaram muitos candidatos a deputado para concorrer comigo, para que eu não me elegesse, enquanto a Bel saiu a deputada federal sozinha e o PT não apoiou nenhum candidato em Parauapebas para federal para que ela se elegesse. Você percebe que há uma tentativa de me matar politicamente.
HOJE – Por falar em governo, como você vê quase cinco anos do governo Darci Lermen?
Faisal – No primeiro mandato do prefeito, o desafio era ser melhor do que a Bel. Agora ele tem um novo desafio, fazer um segundo mandato melhor do que o primeiro e eles falhou em ambos os casos. Como foi noticiado no jornal, são R$ 400 milhões arrecadados em 2009, o que significa dizer que deveria ter pelo menos R$ 40, R$ 50 milhões em obras mas não se tem nada disso. Isso precisa ser questionado e levado para a sociedade. Por exemplo, a saúde recebeu R$ 65 milhões e é um fracasso. As pessoas não vão ao hospital, aos postos de saúde para serem salvas, elas correm o risco de serem mortas.
HOJE – E as obras? Existem mesmo 1.700 quilômetros de estradas rurais recuperadas? As ruas da cidade estão recuperadas?
Faisal – Só se for em outra cidade. O secretário está economizando na verdade. Na zona rural ainda se vê serviços de recuperação, mas na cidade é uma calamidade. Os vanzeiros reclamam e quando é colocado asfalto é de baixa qualidade. O secretário deve está se referindo a uma outra cidade. É fácil perceber o abandono. Os serviços de Correios não fazem entrega de correspondência em muitos pontos da cidade por causa da falta de trafegabilidade das ruas.
HOJE – Estamos no quarto ano de racionamento de água e pelo jeito ainda vamos ficar mais um bom tempo. O que fazer?
Faisal – Ficar quatro, cinco dias sem água é uma agressão e atinge a dignidade humana. A água é o bem maior e essa governo tem obrigação de resolver essa questão e isso não é favor, é obrigação e dinheiro para isso tem, porque Parauapebas tem a segunda maior arrecadação do estado e uma das maiores do Brasil. Eles não resolvem porque não se programam, porque são desorganizados.
HOJE - Você como vereador o que tem feito para pressionar? A gente sabe que nem a prestação de contas quadrimestral tem chegado até ao Legislativo.
Faisal – Eu vou solicitar, aliás, já solicitei na tribuna mas agora eu vou fazer oficialmente e se não houver resposta eu vou denunciar no Ministério Público. O prefeito na campanha disse que faria a prestação de conta inclusive para o povo, mas isso não está ocorrendo. Por causa desses desmandos e para combater esses grupos políticos que se juntaram ao governo a gente precisa ir para a rua, até para dar uma alternativa de governo.
HOJE – Você pretende ser candidato em 2010?Faisal – Eu serei candidato e vou defender o nome do Dr. Jatene a governador e ele representa a oposição ao PT. Em Parauapebas serão dois grupos. O grupo do prefeito, apoiado pelo prefeito e o grupo da oposição, no qual eu estarei.
HOJE – Quais serão os caminhos do Faisal a partir de agora?
Faisal – Gostaria de dizer ao povo de Parauapebas que eu não faço parte desse grupo, aliás, continuarei combatendo esse grupo por que tenho convicção de que o povo dar uma boa resposta a eles nas urnas, já a partir de 2010 e também e 2012.
Parada Gay
Se hoje é um dia propício para reflexão. por causa do freriado de Finados, ontem foi de desbunde total. Mais de três mil pessoas ( a direção do evento jura que foram mais de 15 mil) deram o ar da graça na rua E, na Cidade Nova para dar uma espiadinha na Parada Gay. A maioria foi lá de curioso, com a idéia de encontrar alguém se revelando. Pois é, quem quem foi lá pensando nisso, deu com a cara na parede, no desfile apenas os de sempre.
Segunda de feriado
Depois de um domingão daqueles (macarronada e vatapá com a família) estamos em plena segunda-feira, dia internacional da preguiça, acrescido de mais um feriado, o dia dos Finandos. Os cemitérios (Rio Verde e Vila Rica) vão estar lotados e por dever de ofício, estarei lá daqui a pouco.
Aproveito para me unir às familias parauapebenses em condolências e homenagens aqueles que se foram.
Aproveito para me unir às familias parauapebenses em condolências e homenagens aqueles que se foram.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
O velho MDB e o PT da garoa.
Nos tempos do MDB velho de guerra, se dizia que a pior das democracias é melhor do que a melhor das ditaduras. Já faz tempo, mas, por incrível que pareça, ainda tem gente que tem saudade daqueles tempos. Não das lutas do MDB de guerra, mas da ditadura, na qual tudo era imposto de cima pra baixo.
O tempo passou e o velho MDB se transformou no PMDB de hoje, mas os mais antigos, que viveram a luta do partido contra a ditadura e que se orgulham de dizer que viveram no tempo do Dr. Ulisses devem corar de vergonha com o PMDB de hoje, corrupto, clientelista, fisiologista que vende até a mãe por um prato de lentilhas. Os herdeiros de Ulisses e de Tancredo são rápidos no gatilho quando o assunto se relaciona com as muitas faces do poder.
Quem diria que esse PMDB moderno pudesse amanhecer junto e misturado com o PT. Não aquele PT íntegro e limpo da velha companheirada do ABC paulista, que enfrentava a polícia nas manhãs de frio, nas portas das fábricas do ABC. Aquele PT era admirado até pelos adversários, como reserva moral do país, entretanto, esse que está aí, gordo e corrupto não fica nada a dever aos partidos que tem a mutreta gravada no seu DNA. É isso, o PT atual (o de Parauapebas também, apesar das raras exceções) não tem o que ensinar de ética e moralidade.
Evidente que aqui e acolá ainda surgem abnegados saudosos do tempo em que Domdom jogava no Andaraí, mas, aí já se faz longe; a mordomia de hoje, o dinheiro público fácil, os projetos de perpetuação de poder falam mais alto e em seu nome se cometem as piores barbaridades.
Quando se vê na administração municipal pessoas que há menos de cinco anos eram pobres de marré, marré, marré, que andavam de bicicletas e hoje são milionários, se imagina a extensão do dano aos recursos públicos. A farra é tão monumental que ate a arraia miúda está nadando de braçada na grana popular.
Evidentemente que se teria dificuldade de listar os bens dessa trupe, até porque ela é é esperta e não costuma deixar rastros, mas caso o Ministério Público deseje vai encontrar sinais exteriores e visíveis de uma riqueza recente e sem origem. Mas como o muro anda baixíssimo é só esticar o novelo que se apanha todo mundo, principalmente os que estão juntos e misturados em jogadas ensaiadas.
O tempo passou e o velho MDB se transformou no PMDB de hoje, mas os mais antigos, que viveram a luta do partido contra a ditadura e que se orgulham de dizer que viveram no tempo do Dr. Ulisses devem corar de vergonha com o PMDB de hoje, corrupto, clientelista, fisiologista que vende até a mãe por um prato de lentilhas. Os herdeiros de Ulisses e de Tancredo são rápidos no gatilho quando o assunto se relaciona com as muitas faces do poder.
Quem diria que esse PMDB moderno pudesse amanhecer junto e misturado com o PT. Não aquele PT íntegro e limpo da velha companheirada do ABC paulista, que enfrentava a polícia nas manhãs de frio, nas portas das fábricas do ABC. Aquele PT era admirado até pelos adversários, como reserva moral do país, entretanto, esse que está aí, gordo e corrupto não fica nada a dever aos partidos que tem a mutreta gravada no seu DNA. É isso, o PT atual (o de Parauapebas também, apesar das raras exceções) não tem o que ensinar de ética e moralidade.
Evidente que aqui e acolá ainda surgem abnegados saudosos do tempo em que Domdom jogava no Andaraí, mas, aí já se faz longe; a mordomia de hoje, o dinheiro público fácil, os projetos de perpetuação de poder falam mais alto e em seu nome se cometem as piores barbaridades.
Quando se vê na administração municipal pessoas que há menos de cinco anos eram pobres de marré, marré, marré, que andavam de bicicletas e hoje são milionários, se imagina a extensão do dano aos recursos públicos. A farra é tão monumental que ate a arraia miúda está nadando de braçada na grana popular.
Evidentemente que se teria dificuldade de listar os bens dessa trupe, até porque ela é é esperta e não costuma deixar rastros, mas caso o Ministério Público deseje vai encontrar sinais exteriores e visíveis de uma riqueza recente e sem origem. Mas como o muro anda baixíssimo é só esticar o novelo que se apanha todo mundo, principalmente os que estão juntos e misturados em jogadas ensaiadas.
Juntos e misturados
Uma fonte da mais alta fidelidade me confidenciou hoje pela manhã que na esteira deixada por João Fortuna uma imensidão de adeptos se prepara para desembarcar na p anela do PMDB.
Trata-se de Branco da White. A fonte disse que o empresário teria levado 20 fichas de filiação, abonada pela deputada Bel Mesquita para agasalhar o seu pessoal.
É isso aí, estão como o Latino: juntos e misturados.
Trata-se de Branco da White. A fonte disse que o empresário teria levado 20 fichas de filiação, abonada pela deputada Bel Mesquita para agasalhar o seu pessoal.
É isso aí, estão como o Latino: juntos e misturados.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Turma do engov
Ah!, como não poderia deixar de acontecer, a turma engov também estebe presente no debate. Vocês precisavam ver como essa galera sabe bater palmas. Como diria meu amigo Iremar Araújo, era melhor ter comprado uma luva de raspa para cada um. Era assim: mal o Nilson da CKS, um dos candidatos a presidente, apoiado pelo prefeito falava e o mundaréu de palmas comia no centro. Por causa do desempenho, considerado excelente, os engovistas estão convocados para dar uma passadinha na secretaria de Finanças para apanhar a baba da macaúba.
No PED deu de tudo
Pode-se dizer que no debate dos candidatos a presidente do PT, ocorrido ontem no quadra de esportes do Eduardo Angelim deu de tudo um pouco. Da esquerda porra-louca, que pensa que ainda se vive no tempo da ligas camponesas; a festiva, que acha que Serra dos Carajás é Serra Maestra; dos históricos que se arrepiam dos pés a cabeça ao serem obrigados a conviverr com João Fortuna, Branco, Keniston, Margalho e uma trupe interminável aos neo petistas como Augusto Meire, que não resiste a uma inspeção do Imetro e por aí vai.
O duro foi a lavagem de roupa suja. Maravilha esse PED.
O duro foi a lavagem de roupa suja. Maravilha esse PED.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Faisal bota fogo na caixa d'água
No jornal HOJE dessa sexta-feira, o ex-prefeito, ex-deputado estadual e vereador pelo PSDB, Faisal Salmen vai botar fogo na já tumultuada política da terrinha. Numa entrevista de uma página, o vereador vai dar nomes aos bois e vai contar os bastidores de trama de 2004, quando a então prefeita Bel Mesquita teria financiado a campanha de Darci Lermen, só para que ele, Faisal perdesse as eleições.
A sordidez de 2004 teria se repetido em 2008, agora tendo a frente a ex-prefeita Bel Mesquita, que disputou a eleição de prefeito só para fazer número.
É sexta nas bancas
A sordidez de 2004 teria se repetido em 2008, agora tendo a frente a ex-prefeita Bel Mesquita, que disputou a eleição de prefeito só para fazer número.
É sexta nas bancas
Momentos de sabedoria
Lei da Física : Dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo;
Frase do Dia: Duas quadrilhas não convivem num mesmo espaço. Ou elas vão se matar ou a cocaina nã vai dá para todos.
Frase do Dia: Duas quadrilhas não convivem num mesmo espaço. Ou elas vão se matar ou a cocaina nã vai dá para todos.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Deu no Blog do Waldyr
Postado por Waldyr Silva, a informação da PEC que restabelece a obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercer a profissão.
Em virtude da seriedade e da imp ortância da matéria, o Blog do Marcel reproduz a informação na íntegra:
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados vota nesta semana a proposta de emenda à Constituição 386/09, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que restabelece a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão.O parecer do relator, deputado Maurício Rands (PT-PE), é pela admissibilidade da proposta. “Não vislumbro na proposta nenhuma ofensa às cláusulas invioláveis do texto constitucional. Também não há ofensa ao direito e às garantias individuais”, justificou Rands em seu parecer.A necessidade do diploma de jornalista para o exercício da profissão foi debatida na semana passada em audiência pública na CCJ. O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, defendeu mais uma vez que a prática profissional do conteúdo jornalístico seja realizada por jornalista com formação acadêmica. “Isso não restringe o trabalho dos colunistas e dos comentaristas, que não precisam do diploma para manifestar sua opinião”, enfatizou Sérgio Murillo, acrescentando que atualmente 40% dos profissionais que escrevem não têm diploma.
Em virtude da seriedade e da imp ortância da matéria, o Blog do Marcel reproduz a informação na íntegra:
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados vota nesta semana a proposta de emenda à Constituição 386/09, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que restabelece a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão.O parecer do relator, deputado Maurício Rands (PT-PE), é pela admissibilidade da proposta. “Não vislumbro na proposta nenhuma ofensa às cláusulas invioláveis do texto constitucional. Também não há ofensa ao direito e às garantias individuais”, justificou Rands em seu parecer.A necessidade do diploma de jornalista para o exercício da profissão foi debatida na semana passada em audiência pública na CCJ. O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, defendeu mais uma vez que a prática profissional do conteúdo jornalístico seja realizada por jornalista com formação acadêmica. “Isso não restringe o trabalho dos colunistas e dos comentaristas, que não precisam do diploma para manifestar sua opinião”, enfatizou Sérgio Murillo, acrescentando que atualmente 40% dos profissionais que escrevem não têm diploma.
Portaria de Carajás
Por volta das cinco horaa da matina de hoje um telefonema me acordou, dando conta que a portaria da Vale estava interrompida por funcioários da companhia.
Apesar das informações desencontradas, o que ficou claro foi que o tráfego estava interrompido e permaneceu assim até às 7 hor, quando um pista foi liberada.
Segundo informações preliminares, os funcinários querem reajuste salarial, além das horas inti neres, que a contabilização do tempo de deslocamento ao trabalho como parte da jornada de trabalho.
Apesar da situação ter se acalmado, há o risco do fechamento da portaria do N4, onde se localiza a mina. Vamos tentar entrevista o pessoal d o sindicato Metabase e quando surgirem novas informações vamos publicar.
Apesar das informações desencontradas, o que ficou claro foi que o tráfego estava interrompido e permaneceu assim até às 7 hor, quando um pista foi liberada.
Segundo informações preliminares, os funcinários querem reajuste salarial, além das horas inti neres, que a contabilização do tempo de deslocamento ao trabalho como parte da jornada de trabalho.
Apesar da situação ter se acalmado, há o risco do fechamento da portaria do N4, onde se localiza a mina. Vamos tentar entrevista o pessoal d o sindicato Metabase e quando surgirem novas informações vamos publicar.
domingo, 25 de outubro de 2009
Renatinho rebate
Referente a postagem "Renatinho abre a caixa", atribuído ao Renatinho, o mesmo estuda em Goiania e negou veementemente que tenha escrito o comentário. Renatinho mandou uma email, que reproduzimos abaixo:
domingo, 25 de outubro de 2009
Nota do Renatinho roqueiro
Caro blogger.
Venho a público informar que não sou o "Renatinho" que fez esses comentários a respeito de Wanterlor Bandeira e Wlliam Bayerl. Existem inúmeros Renatinhos e Renatões em Parauapebas, e tenho certeza que estão tentando nos atingir, usando de práticas imorais, como perfis falsos no blogspot.com. Essas práticas não são de hoje. Lembro que durante a campanha eleitoral do ano passado, usaram essa mesma conta no blog do Zé Dudu, quando era do servidor blogspot.com para tentar nos atingir, provocando intrigas entre minha pessoa e o Wanterlor Bandeira. Aproveitam de que eu tenho personalidade e que sou homem o suficiente para assinar o que eu falo ou escrevo, para atingir a mim e a minha família. Peço ao caro "fake" que escreveu esses comentários que pare com isso, ou pelo menos que assuma o que escreveu, honre as calças que veste. Informo também que meus e-mails usados são: renatoneo2004@hotmail.com (e-mail e msn) renatoneo2003@yahoo.com.br (e-mail) renatinhoguitarra@gmail.com (este ultimo uso como perfil de blogger para comentar e também como perfil no Orkut. O que não vier de nenhum dessas três contas, não é de minha autoria. Agradeço ao blogger pelo espaço democrático aberto ao debate.
domingo, 25 de outubro de 2009
Nota do Renatinho roqueiro
Caro blogger.
Venho a público informar que não sou o "Renatinho" que fez esses comentários a respeito de Wanterlor Bandeira e Wlliam Bayerl. Existem inúmeros Renatinhos e Renatões em Parauapebas, e tenho certeza que estão tentando nos atingir, usando de práticas imorais, como perfis falsos no blogspot.com. Essas práticas não são de hoje. Lembro que durante a campanha eleitoral do ano passado, usaram essa mesma conta no blog do Zé Dudu, quando era do servidor blogspot.com para tentar nos atingir, provocando intrigas entre minha pessoa e o Wanterlor Bandeira. Aproveitam de que eu tenho personalidade e que sou homem o suficiente para assinar o que eu falo ou escrevo, para atingir a mim e a minha família. Peço ao caro "fake" que escreveu esses comentários que pare com isso, ou pelo menos que assuma o que escreveu, honre as calças que veste. Informo também que meus e-mails usados são: renatoneo2004@hotmail.com (e-mail e msn) renatoneo2003@yahoo.com.br (e-mail) renatinhoguitarra@gmail.com (este ultimo uso como perfil de blogger para comentar e também como perfil no Orkut. O que não vier de nenhum dessas três contas, não é de minha autoria. Agradeço ao blogger pelo espaço democrático aberto ao debate.
Na esteira de JF
Na esteira de João Fontana, uma renca se prepara para desembarcar no PMDB, muitos deles estavam no PSDC e com a intervenção estadual, que nomeou Negão para presidente da legenda estão de maçlas prontas para o PMDB.
Ainda no domingo, durante a convenção do partido, Carlos Refribom (ex-PSDC), proprietário do Carajás, o Jornal assinou a fichinha e é o segundo mais novo filiado do PMDB. O primeiro é JF, evidentemente.
Ainda no domingo, durante a convenção do partido, Carlos Refribom (ex-PSDC), proprietário do Carajás, o Jornal assinou a fichinha e é o segundo mais novo filiado do PMDB. O primeiro é JF, evidentemente.
Ávila de novo
Alheio se estava fazneod um grande negócio, capaz de agasalhar uma boa parte da galerinha, ou se estava recebendo uma grande presente de grego, com a filiação de João Fontana, os fil iados voltaram a eleger o ex-vereador Agnaldo Ávila para presidente.
O animado mundo do PMDB
O número de pessoas que esteve na convenção do PMDB, ocorrida hoje, 25 pode não ter sido lá essas coisas, mas animação foi uma coisa muito séria.
O que se viu de sorriso peemedebista foi uma grandeza. Mais parecvia pinto no lixo. Será que tudo isso foi pela presença do "tratozão"?
O que se viu de sorriso peemedebista foi uma grandeza. Mais parecvia pinto no lixo. Será que tudo isso foi pela presença do "tratozão"?
sábado, 24 de outubro de 2009
Retificação
Agradecendo a Wanterlor Bandeira pela retificação, no caso do guincho. Onde está escrito Milton Zimmmer, secretário de Finanças do município, leia-se Keniston Braga. Com relação ao seu acompanhante era vice-prefeito mesmo.
O blog aproveita para pedir desculpas ao Milton pelo informação incorreta.
O blog aproveita para pedir desculpas ao Milton pelo informação incorreta.
Política local de ponta cabeça com a filiação de Fontana no PMDB
Ainda repercutem na cidade as últimas movimentações políticas, ocorridas um pouco antes do dia 02 de outubro, data-limite para as mudanças de partidos dos pretensos candidatos às eleições de 2010.
Nas rodadas políticas da cidade já se antevia um cenário modificado. Já se sabia, por exemplo, que o empresário Valmir Mariano, o “Valmir da Integral” dificilmente permaneceria no PTB, já que sua liderança sempre foi contestada pela influência do vereador Antônio Massud. Na última hora, Valmir optou pelo PDT.
Sem alarde, outras transferências também aconteceram. Rui Hidelbrando deixou o PTN (o partido da vassoura, lembra?) e foi para o PRB. O mesmo destino teve o dentista Charles Borges, que rompeu com o PT e também se filiou no PRB. Ambos devem ser candidatos a deputado estadual. O médico oftalmologista Hipólito Reis, que militou no PMDB durante muitos anos bateu asas e agora está no PSC. Depois de muitos ensaios no mundo da política, Hipólito pode ser uma das novidades, assim o médico José Roberto, que se filiou no PV e deve ser candidato a deputado estadual. O fator João Fontana - Apesar de essas mudanças serem significativas e mexerem com o tabuleiro do xadrez político da terrinha, nada pode ser comparado à filiação do secretário de Obras, João Fontana ao PMDB. As implicações da transferência de Fontana ao PMDB não devem ser consideradas pela capilaridade eleitoral do secretário de Obras, já que ele nunca concorreu a nenhuma eleição e sempre foi uma figura de bastidores, de atuar nas sombras.
Genialidade ou casualidade
O que representará isso tudo só o tempo dirá, entretanto, outras perguntas são mais para o presente. Teria sido uma jogada de mestre, ou um tiro no pé? Um toque de genialidade, ou um tremendo golpe de casualidade? Ainda que Fontana tenha anunciado uma futura candidatura a deputado federal, as análises devem ser feitas partindo de importante pressuposto: de que Fontana foi para o PMDB a mando, ou sob orientação do seu padrinho político e chefe, o prefeito Darci Lermen. A partir daí, abre-se a temporada de suposições, análises, leituras políticas e até de teorias conspiratórias. As hipóteses se multiplicam, algumas tão fora de propósito que é custoso lhes dar alguma atenção.
2004, o início da aliança
A primeira situação confirmada é a aliança da deputada Bel Mesquita e o prefeito Darci Lermen. Essas aliança foi costurada um pouco antes da eleição de 2004, quando Bel escalou seu ex-marido, Faisal Salmem (hoje vereador) para perder a eleição para o candidato do PT, Darci Lermen. Quem atuou na coordenação garante que nunca se viu uma c ampanha tão pra baixo (igual a dela própria em 2008). Convém lembrar que um dos financiadores da campanha de Darci em 2004 foi um empresário, proprietário de uma rede de restaurantes muito conhecidos e ligado ao grupo de Bel Mesquita. A ida de Fontana para o PMDB seria a materialização do acordo e do apoio de Darci a Bel já em 2010. Seria por assim dizer a apresentação da fatura de 2004 e de 2008, quando Faisal e Bel concorreram de mentirinha (Faisal sem saber). Para o PMDB de Bel seria a junção da fone com a vontade de comer. Muito forte em outros tempos, hoje em dia a deputada dá sinais evidentes de decadência. Não dispõe mais de um grupo consistente e numeroso, capaz de alavancar uma eventual candidatura a deputada, muito dispendiosa, de modo que utilizar a estrutura do PT seria um presente do céu. O que o PT ganharia com isso? Aparentemente nada e aí entra a hipótese que ganha corpo no meio petista, de que Darci não tem a menor pretensão de eleger Milton Zimmer, pela simples razão de que não interessa a ele, Darci, fomentar uma nova liderança, que o suplantaria com facilidade nas prévias e nas convenções do partido, que a bem da verdade nunca morreu de amores por ele e vice-versa. Só para lembrar, nas eleições de 2008, Darci foi buscar sua vaga de candidato a prefeito na última hora e na bacia das almas. É consenso geral que uma nova liderança petista, com mandato inviabilizaria para sempre uma idicação a Darci. Para os históricos do partido está tudo muito claro. A estratégia é enfraquecer Milton, porque não há interesse em fomentar nenhuma nova liderança no partido.
Bel, vice de Ana Júlia?
Uma hipótese acalentada pela turma do PMDB é que a aproximação de Bel e Darci possibilitaria a indicação da deputada a vice na chapa de Ana Júlia mo ano que vem. Bel seria a liderança do sul do Pará que daria fôlego a campanha raquítica da governadora, que vai em busca de mais um mandato. Essa suposição não se sustenta, quando se sabe que o PMDB está firme na viabilização de uma candidatura majoritária e inclusive as conversas com o Democratas para uma futura coligação estão bem adiantadas. A princípio o nome seria o de Jáder Barbalho, mas, o partido pode vir novamente de Priante ou de Helder Barbalho, filho de Jáder. O objetivo do partido seria a passagem para o segundo turno, já que há a tendência do PT é apoiá-lo, caso a disputa seja com o PSDB. Se a disputa do segundo turno envolvesse PMDB x PT, o PSDB apoiaria o PMDB porque não há nenhuma chance de acordo com o PT. Em última análise se o PMDB não fosse para o segundo turno, ainda assim decidiria a eleição como aconteceu em 2006, quando o seu apoio possibilitou a vitória de Ana Júlia. Como se vê o PMDB tem muitas alternativas para escolher um lado no começinho do jogo.
Outra suposição que tem tomado corpo dá conta que o apoio é bem mais especifico do que se imagina e tem como objetivo a aprovação das contas do prefeito Darci. Com o desmando, as irresponsabilidades administrativas e a arte de fazer o dinheiro público desaparecer com certeza o prefeito teria dificuldade em aprovar as contas, ou de evitar pelo menos uma CPI, caso os vereadores do PMDB cerrassem fileira na oposição. Com o acordo recente esse risco está completamente descartado.
Como nem todas as análises são sérias há ainda aqueles que sustentam que a ida de Fontana para o PMDB teria sido uma imposicão do ministros das Minas e Energia, Edison Lobão, que inclusive teria condicionado a liberação do dinheiro da dívida dos royalties atrasados. A hipótese estapafúrdia mostra onde vai o poder de imaginação do ser humana. Decididamente João Fontana não está com essa bola toda.
(reportagem publica no jornal HOJE - edição 388, já nas bancas. Dá uma passadinha lá, dá)
Nas rodadas políticas da cidade já se antevia um cenário modificado. Já se sabia, por exemplo, que o empresário Valmir Mariano, o “Valmir da Integral” dificilmente permaneceria no PTB, já que sua liderança sempre foi contestada pela influência do vereador Antônio Massud. Na última hora, Valmir optou pelo PDT.
Sem alarde, outras transferências também aconteceram. Rui Hidelbrando deixou o PTN (o partido da vassoura, lembra?) e foi para o PRB. O mesmo destino teve o dentista Charles Borges, que rompeu com o PT e também se filiou no PRB. Ambos devem ser candidatos a deputado estadual. O médico oftalmologista Hipólito Reis, que militou no PMDB durante muitos anos bateu asas e agora está no PSC. Depois de muitos ensaios no mundo da política, Hipólito pode ser uma das novidades, assim o médico José Roberto, que se filiou no PV e deve ser candidato a deputado estadual. O fator João Fontana - Apesar de essas mudanças serem significativas e mexerem com o tabuleiro do xadrez político da terrinha, nada pode ser comparado à filiação do secretário de Obras, João Fontana ao PMDB. As implicações da transferência de Fontana ao PMDB não devem ser consideradas pela capilaridade eleitoral do secretário de Obras, já que ele nunca concorreu a nenhuma eleição e sempre foi uma figura de bastidores, de atuar nas sombras.
Genialidade ou casualidade
O que representará isso tudo só o tempo dirá, entretanto, outras perguntas são mais para o presente. Teria sido uma jogada de mestre, ou um tiro no pé? Um toque de genialidade, ou um tremendo golpe de casualidade? Ainda que Fontana tenha anunciado uma futura candidatura a deputado federal, as análises devem ser feitas partindo de importante pressuposto: de que Fontana foi para o PMDB a mando, ou sob orientação do seu padrinho político e chefe, o prefeito Darci Lermen. A partir daí, abre-se a temporada de suposições, análises, leituras políticas e até de teorias conspiratórias. As hipóteses se multiplicam, algumas tão fora de propósito que é custoso lhes dar alguma atenção.
2004, o início da aliança
A primeira situação confirmada é a aliança da deputada Bel Mesquita e o prefeito Darci Lermen. Essas aliança foi costurada um pouco antes da eleição de 2004, quando Bel escalou seu ex-marido, Faisal Salmem (hoje vereador) para perder a eleição para o candidato do PT, Darci Lermen. Quem atuou na coordenação garante que nunca se viu uma c ampanha tão pra baixo (igual a dela própria em 2008). Convém lembrar que um dos financiadores da campanha de Darci em 2004 foi um empresário, proprietário de uma rede de restaurantes muito conhecidos e ligado ao grupo de Bel Mesquita. A ida de Fontana para o PMDB seria a materialização do acordo e do apoio de Darci a Bel já em 2010. Seria por assim dizer a apresentação da fatura de 2004 e de 2008, quando Faisal e Bel concorreram de mentirinha (Faisal sem saber). Para o PMDB de Bel seria a junção da fone com a vontade de comer. Muito forte em outros tempos, hoje em dia a deputada dá sinais evidentes de decadência. Não dispõe mais de um grupo consistente e numeroso, capaz de alavancar uma eventual candidatura a deputada, muito dispendiosa, de modo que utilizar a estrutura do PT seria um presente do céu. O que o PT ganharia com isso? Aparentemente nada e aí entra a hipótese que ganha corpo no meio petista, de que Darci não tem a menor pretensão de eleger Milton Zimmer, pela simples razão de que não interessa a ele, Darci, fomentar uma nova liderança, que o suplantaria com facilidade nas prévias e nas convenções do partido, que a bem da verdade nunca morreu de amores por ele e vice-versa. Só para lembrar, nas eleições de 2008, Darci foi buscar sua vaga de candidato a prefeito na última hora e na bacia das almas. É consenso geral que uma nova liderança petista, com mandato inviabilizaria para sempre uma idicação a Darci. Para os históricos do partido está tudo muito claro. A estratégia é enfraquecer Milton, porque não há interesse em fomentar nenhuma nova liderança no partido.
Bel, vice de Ana Júlia?
Uma hipótese acalentada pela turma do PMDB é que a aproximação de Bel e Darci possibilitaria a indicação da deputada a vice na chapa de Ana Júlia mo ano que vem. Bel seria a liderança do sul do Pará que daria fôlego a campanha raquítica da governadora, que vai em busca de mais um mandato. Essa suposição não se sustenta, quando se sabe que o PMDB está firme na viabilização de uma candidatura majoritária e inclusive as conversas com o Democratas para uma futura coligação estão bem adiantadas. A princípio o nome seria o de Jáder Barbalho, mas, o partido pode vir novamente de Priante ou de Helder Barbalho, filho de Jáder. O objetivo do partido seria a passagem para o segundo turno, já que há a tendência do PT é apoiá-lo, caso a disputa seja com o PSDB. Se a disputa do segundo turno envolvesse PMDB x PT, o PSDB apoiaria o PMDB porque não há nenhuma chance de acordo com o PT. Em última análise se o PMDB não fosse para o segundo turno, ainda assim decidiria a eleição como aconteceu em 2006, quando o seu apoio possibilitou a vitória de Ana Júlia. Como se vê o PMDB tem muitas alternativas para escolher um lado no começinho do jogo.
Outra suposição que tem tomado corpo dá conta que o apoio é bem mais especifico do que se imagina e tem como objetivo a aprovação das contas do prefeito Darci. Com o desmando, as irresponsabilidades administrativas e a arte de fazer o dinheiro público desaparecer com certeza o prefeito teria dificuldade em aprovar as contas, ou de evitar pelo menos uma CPI, caso os vereadores do PMDB cerrassem fileira na oposição. Com o acordo recente esse risco está completamente descartado.
Como nem todas as análises são sérias há ainda aqueles que sustentam que a ida de Fontana para o PMDB teria sido uma imposicão do ministros das Minas e Energia, Edison Lobão, que inclusive teria condicionado a liberação do dinheiro da dívida dos royalties atrasados. A hipótese estapafúrdia mostra onde vai o poder de imaginação do ser humana. Decididamente João Fontana não está com essa bola toda.
(reportagem publica no jornal HOJE - edição 388, já nas bancas. Dá uma passadinha lá, dá)
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Milton é guinchado
O pau que dá em Chico, dá em Francisco. Pela manhã um amigo chegou no jornal com um monte de fotografias do secretário de Finanças, Milton Zimmer e o vice-prefeito, Afonso Andrade, que viajava de carona no veículo conduzido pelo secretário, hoje, por volta das três da madruga.
O carro foi parado por um blitz do DMTT e segundo testemunhas, Milton teria se exaltado a ponto de necessitar da intervenção da polícia. Milton não quis sair do carro e o mesmo foi guinchado com ele dentro. Em solidariedade, Afonso também permaneceu no carro
O carro foi parado por um blitz do DMTT e segundo testemunhas, Milton teria se exaltado a ponto de necessitar da intervenção da polícia. Milton não quis sair do carro e o mesmo foi guinchado com ele dentro. Em solidariedade, Afonso também permaneceu no carro
Contrato vitalício? Estou fora
Ainda que ese espaço seja democrático, afinal os comentários são fundamentais para a vida de um blog, devo dizer que em muitos anos de militãncia já apoiei um monte de malas de rodoviária, que vou te contar.
Para se ter uma idéia, em 2004 apostei minhas fichas num jovem professor, que tinha planos para mudar o mundo. Votei e o apoiei na esperança que ele mudasse apenas Parauapebas. Como se sabe, mudou a cidade, mas para pior, de modo que era mais do que ligítima a minha saída, a não ser que eu tenha me enganado e a adminitração dele foi boa. Nesse caso o errado foi eu, que o abandonei e ainda por cima o critiquei, a ponto de sofrer cinco procesos dele e da sua trupe em 2008.
Em 2008 apoetei na Bel, ainda que soubesse que o seu mandato (principalmente o segundo) foi ruim, mas não tinha alternativa. Apoiei ainda por acreditar que a turma do Werlney era um monte de aprendizes na arte desviar dinheiro, em comparação a sanha desmedida e a fome dos vermelhinhos, que foram com tanta ansia para o erário que tem gente que quase sofreu um revertério. É aquela coisa, quem nunca comeu melado...
Apoiar um candidato não significa contrato vitalício de apoio. Se apóia até achar que ele não serve para o mujnicípio. Foi o caso dos dois, mas devo reconhecer, que a seara não é muito alvissareira. Até onde a gente avista, a coisa tá feira. Talvez o ilustre aponte algum caminho.
Para se ter uma idéia, em 2004 apostei minhas fichas num jovem professor, que tinha planos para mudar o mundo. Votei e o apoiei na esperança que ele mudasse apenas Parauapebas. Como se sabe, mudou a cidade, mas para pior, de modo que era mais do que ligítima a minha saída, a não ser que eu tenha me enganado e a adminitração dele foi boa. Nesse caso o errado foi eu, que o abandonei e ainda por cima o critiquei, a ponto de sofrer cinco procesos dele e da sua trupe em 2008.
Em 2008 apoetei na Bel, ainda que soubesse que o seu mandato (principalmente o segundo) foi ruim, mas não tinha alternativa. Apoiei ainda por acreditar que a turma do Werlney era um monte de aprendizes na arte desviar dinheiro, em comparação a sanha desmedida e a fome dos vermelhinhos, que foram com tanta ansia para o erário que tem gente que quase sofreu um revertério. É aquela coisa, quem nunca comeu melado...
Apoiar um candidato não significa contrato vitalício de apoio. Se apóia até achar que ele não serve para o mujnicípio. Foi o caso dos dois, mas devo reconhecer, que a seara não é muito alvissareira. Até onde a gente avista, a coisa tá feira. Talvez o ilustre aponte algum caminho.
Renatinho abre a caixa
O leitor Renatinho deu uma passadinha no blog e mandou essa, que estamos reproduzindo:
"Muito interessante!
Então estaria correto dizer as frases abaixo?
1.)"espoca urna" seria o Wanterlor e sua votação.
2)Como existe na Câmara Municipal o tal do "Mensalinho" criado desde a época do Dr. Welney & cia, o vereador Wanterlor criou esse termo quando passava na Secertaria de Finanças com o Marcelo Catalão para pegar a sua "baba da Macaúba"?
3)O William chamava darci de "Quase prefeito" até 2008 porque a partir de 2009 passou a "molhar o bico" ou pegar a "baba da Macaúba"?
4)"A política é dinâmica" se aplicaria à postura do Blogger(Marcel) que antes era Bel DOENTE e agora mudou de posição?
"Muito interessante!
Então estaria correto dizer as frases abaixo?
1.)"espoca urna" seria o Wanterlor e sua votação.
2)Como existe na Câmara Municipal o tal do "Mensalinho" criado desde a época do Dr. Welney & cia, o vereador Wanterlor criou esse termo quando passava na Secertaria de Finanças com o Marcelo Catalão para pegar a sua "baba da Macaúba"?
3)O William chamava darci de "Quase prefeito" até 2008 porque a partir de 2009 passou a "molhar o bico" ou pegar a "baba da Macaúba"?
4)"A política é dinâmica" se aplicaria à postura do Blogger(Marcel) que antes era Bel DOENTE e agora mudou de posição?
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O Carandiru é nosso!!
Tá decretado! Depois de dois anos reinando sobranceiro no coração da Cidade Nova, o Carandiru vai “pra chon”.
Antes que alguém, carente de informação queime as pestanas para saber o que é afinal o Carandiru, deve-se dizer que o apelido pejorativo dar-se sempre que alguma coisa fantasmagórica insiste em permanecer ao longo dos anos. Era, por exemplo como era chamado o hotel da D. Lourdes, localizado na rua E e que foi inclusive testemunha de assassinato de gente que tinha interesse na herdade. Hoje o novo Carandiru é a prova viva da incompetência de um governo perdulário que tem a estranha mania de fazer desaparecer dinheiro sem muitas explicações.
Mas, por que homem de Deus, vão detonar o pobre do Carandiru? Logo ele que era uma referência de namorados sem o dinheiro para uma rodada romântica num motel e até mictório para bêbados e amantes da nigth, que costumavam se ‘desapertar’ atrás de suas paredes sujas no meio da escuridão da noite.
O Carandiru é nosso e ninguém põe a mão. Ele nasceu da magalomania de um governo que queria apagar a história da cidade, detonando tudo que os prefeitos anteriores fizeram. Depois do caso das passarelas do Chico das Cortinas e o canteiro central do Faisal, nos quais derrubaram árvores a três por dois para fazer estacionamentos (se não fosse a atuação de ativistas ambientais não ficaria pedra sobre pedra) foi a vez da Mahatma Gandhi. Enquanto isso, esgoto, pavimentação nos bairros mais afastados ficariam para depois, pra quanto Deus mandasse bom tempo.
Gente, mas não há vida na Cidade Nova sem aquele conjunto de quiosques chapados de branco, que nas noites de lua nova, mais parecem castelos medievais mal assombrados. Apesar do prejuízo da paisagem da Cidade Nova, tinha gente que até já tinha se apegado ao trambolho. Para dizer a verdade, os únicos que queriam ver o elefantão branco pelas costas eram os comerciantes de tacacá, sorvete, vatapá e outras ‘cositas más’. Pasmem! Justamente eles, que seriam os agraciados com a doação governamental. É que o danado é tão feio que os comerciantes, receosos de perder a freguesia, preferiram ficar nas barracas de lona.
Dizem que no dia 28, a praça vai entrar em reforma e o Carandiru vai ser domolido numa cerimônia fúnebre com hasteamento da bandeira, um minuto de silencio e talvez uma sessão solene da Câmara. O momento é histórico e nada como uma justa homenagem ao ícone da incompetência do governo Darci. Com saudades antecipadas os freqüentadores esperam que pelo menos o playgroud, a pista de skate, de saudosa memória e a fonte luminosa possam renascer das cinzas.
(artigo publicado no jornal de sexta-feira, 23/10, edição 388)
Antes que alguém, carente de informação queime as pestanas para saber o que é afinal o Carandiru, deve-se dizer que o apelido pejorativo dar-se sempre que alguma coisa fantasmagórica insiste em permanecer ao longo dos anos. Era, por exemplo como era chamado o hotel da D. Lourdes, localizado na rua E e que foi inclusive testemunha de assassinato de gente que tinha interesse na herdade. Hoje o novo Carandiru é a prova viva da incompetência de um governo perdulário que tem a estranha mania de fazer desaparecer dinheiro sem muitas explicações.
Mas, por que homem de Deus, vão detonar o pobre do Carandiru? Logo ele que era uma referência de namorados sem o dinheiro para uma rodada romântica num motel e até mictório para bêbados e amantes da nigth, que costumavam se ‘desapertar’ atrás de suas paredes sujas no meio da escuridão da noite.
O Carandiru é nosso e ninguém põe a mão. Ele nasceu da magalomania de um governo que queria apagar a história da cidade, detonando tudo que os prefeitos anteriores fizeram. Depois do caso das passarelas do Chico das Cortinas e o canteiro central do Faisal, nos quais derrubaram árvores a três por dois para fazer estacionamentos (se não fosse a atuação de ativistas ambientais não ficaria pedra sobre pedra) foi a vez da Mahatma Gandhi. Enquanto isso, esgoto, pavimentação nos bairros mais afastados ficariam para depois, pra quanto Deus mandasse bom tempo.
Gente, mas não há vida na Cidade Nova sem aquele conjunto de quiosques chapados de branco, que nas noites de lua nova, mais parecem castelos medievais mal assombrados. Apesar do prejuízo da paisagem da Cidade Nova, tinha gente que até já tinha se apegado ao trambolho. Para dizer a verdade, os únicos que queriam ver o elefantão branco pelas costas eram os comerciantes de tacacá, sorvete, vatapá e outras ‘cositas más’. Pasmem! Justamente eles, que seriam os agraciados com a doação governamental. É que o danado é tão feio que os comerciantes, receosos de perder a freguesia, preferiram ficar nas barracas de lona.
Dizem que no dia 28, a praça vai entrar em reforma e o Carandiru vai ser domolido numa cerimônia fúnebre com hasteamento da bandeira, um minuto de silencio e talvez uma sessão solene da Câmara. O momento é histórico e nada como uma justa homenagem ao ícone da incompetência do governo Darci. Com saudades antecipadas os freqüentadores esperam que pelo menos o playgroud, a pista de skate, de saudosa memória e a fonte luminosa possam renascer das cinzas.
(artigo publicado no jornal de sexta-feira, 23/10, edição 388)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Santos?
´Como estamos falando em Negão, é imperdível a entrevista desse cidadão ao jornal HOJE dessa semana. não deixem de ler. Negão só não chama Darci e Bel de santos, coisas que, aliás, eles nunca foram.
Dizem as más línguas que o mais bobo dos dois conserta relógio com luva de boxe.
Dizem as más línguas que o mais bobo dos dois conserta relógio com luva de boxe.
Negão abre a caixa de ferramentas
Depois do Parazinho, que acabou saindo do PT denunciando irregularidades na prestação de contas do prefeito Darci Lermen; do velho Tó, da rua 14, darcizista de primeira hora, que acabou sendo expurgado do governo, agora é a vez do suplente de vereador Negão, que rompeu de uma vez com o governo.
Negão é o novo presidente do PSDC e deixou bem claro que o partido estará na oposição. Isso deve causar rebuliço, já que o vereador do partido Wolner Wagner não demoonstra a menor vontade de romper com o governo.
Em tempo: Wolner deve e muito sua eleição ao secretário de Obras, João Fontana. Como isso vai ficar ninguém sabe, mas que Negão já avisou que o mandato é do partido. Wolner vai ter que se posicionar.
Negão é o novo presidente do PSDC e deixou bem claro que o partido estará na oposição. Isso deve causar rebuliço, já que o vereador do partido Wolner Wagner não demoonstra a menor vontade de romper com o governo.
Em tempo: Wolner deve e muito sua eleição ao secretário de Obras, João Fontana. Como isso vai ficar ninguém sabe, mas que Negão já avisou que o mandato é do partido. Wolner vai ter que se posicionar.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Helicópteros, bóias e pinguela
Se tudo sair conforme o que foi anunciado pelo prefeito Darci Lermen, a prefeitura nova vai ser inaugurada no próximo dia 30, assim com a ponte da saída da cidade, que havia desabado.
É pouco provável, haja visto que não há acesso para o prédio. A prefeitura localiza-se no alto de uma encosta do Rio Verde, cercada por um charco.
Por conta disso, há três hipóteses ventiladas nas rodas de políticos e curiosos. A primeira dá conta que a prefeitura estaria adquirindo alguns helicópteros para fazer o transporte de pessoas que quisessem ir até a prefeitura.
A segunda hipótese é que a prefeitura compraria cerca de 500 bóias de caminhão para fazer o translado da população pelo charco. A vantagem é que as câmaras de ar seriam adquiridas na cidade, reativando assim o mercado de câmara de ar e pneus, que anda bem caindo pelas tabelas. O serviço também geraria postos de trabalho, já que iria precisar de gente para remar e fazer a travessia, além de outros postos de trabalho de forma indireta de gente que exploria o comércio de geladinho, lanche e até salva-vidas, caso alguma bóia ameaçasse fazer água.
Por fim, há a possibilidade da ampliação da pinguela feita pelo falecido "Zé do Galo", no meio do pântano. A medida porém, esbarraria na secretaria de Meio Ambiente, que iria colocar empecilhos para que não fosse utilizada madeira protegida pela legislação ambiental.
É pouco provável, haja visto que não há acesso para o prédio. A prefeitura localiza-se no alto de uma encosta do Rio Verde, cercada por um charco.
Por conta disso, há três hipóteses ventiladas nas rodas de políticos e curiosos. A primeira dá conta que a prefeitura estaria adquirindo alguns helicópteros para fazer o transporte de pessoas que quisessem ir até a prefeitura.
A segunda hipótese é que a prefeitura compraria cerca de 500 bóias de caminhão para fazer o translado da população pelo charco. A vantagem é que as câmaras de ar seriam adquiridas na cidade, reativando assim o mercado de câmara de ar e pneus, que anda bem caindo pelas tabelas. O serviço também geraria postos de trabalho, já que iria precisar de gente para remar e fazer a travessia, além de outros postos de trabalho de forma indireta de gente que exploria o comércio de geladinho, lanche e até salva-vidas, caso alguma bóia ameaçasse fazer água.
Por fim, há a possibilidade da ampliação da pinguela feita pelo falecido "Zé do Galo", no meio do pântano. A medida porém, esbarraria na secretaria de Meio Ambiente, que iria colocar empecilhos para que não fosse utilizada madeira protegida pela legislação ambiental.
domingo, 18 de outubro de 2009
O espólio de Fontana
Lembram-se do provérbio "rei morto, rei posto?", pois é a galera do PSDC, surpreendida com a saída do seu presidente João Fobntana, que deixou o partido para se aninhar no colo do PMDB ainda lambe as feridas, mas já começa a se articular.
O primeiro passo é saber quem será o novo presidnete. Pela ordem natural das coisas o presidente teria que ser Flávio Sacramento, que era o vice-presidente do partido, entretanto, há outras pretensões. A primeira delas é do vereador do partido, Wolner Wagner, que já declarou que deseja gerir os destinos da legneda (pelo menos foi o que garantiu uma pessoa muito próxima do vereador).
Outro que também pretende ser o presidnete é o suplente de vereador Waldenir Nogueira, o "Negão do Ferro Velho". Fiel ao seu estilo, Negão teria dito a algumas pessoas que seria o novo presidente. O que será que Sacramento acha disso tudo?
O primeiro passo é saber quem será o novo presidnete. Pela ordem natural das coisas o presidente teria que ser Flávio Sacramento, que era o vice-presidente do partido, entretanto, há outras pretensões. A primeira delas é do vereador do partido, Wolner Wagner, que já declarou que deseja gerir os destinos da legneda (pelo menos foi o que garantiu uma pessoa muito próxima do vereador).
Outro que também pretende ser o presidnete é o suplente de vereador Waldenir Nogueira, o "Negão do Ferro Velho". Fiel ao seu estilo, Negão teria dito a algumas pessoas que seria o novo presidente. O que será que Sacramento acha disso tudo?
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