sábado, 20 de agosto de 2011
Obrigação do Poder Público é planejar o futuro
Por mais simplório (e lamentável) que possa ser, essa tem sido a rotina dos nossos governantes nos últimos 16 anos. Administram folhas de pagamento e tentam resolver problemas pontuais. Muito pouco para uma cidade que se apresenta como metrópole regional.
Entendo que uma das atribuições de um governo é planejar o futuro, preparar a cidade para daqui há 10, 20 anos. Caso esse dever de casa seja negligenciado, não restará nada mais do que o acaso e convenhamos, é o pior cenário, uma irresponsabilidade quase criminosa.
O caso dos novos loteamentos é emblemático. Eles expandiram as fronteiras do perímetro urbano para 15 quilômetros além dos limites do bairro Novo Brasil. Assim como suas avenidas, os novos bairros também dão largas às novas perspectivas de uma modernidade que bate à porta. À primeira vista, parece algo grandioso (e de fato é), entretanto, a essa imponente demonstração de investimentos privados, que acreditam no potencial da cidade, some-se o enorme sacrifício de uma parcela da população, que mal se sustenta em pé foi empurrada a adquirir imóveis para quitação em 180 meses, ou 15 anos.
Sob contratos draconianos, nos quais se escondem alguns poucos direitos e uma grande soma de deveres, os hoje felizes proprietários adquiriam uma espécie de bomba-relógio, com data certa para explodir. Juros de agiota e a possibilidade de perder o pequeno investimento, caso haja atraso de três meses ou um pouco mais acabam sendo uma sentença sobre as cabeças dos cidadãos de Parauapebas. Cá pra nós ficar três, quatro meses desempregado é algo recorrente na vida de uma trabalhador que ganha pouco mais de salário mínimo.
A pergunta é a seguinte: se o Poder Público sabia que haveria uma explosão imobiliária por que não se antecipou e adquiriu áreas no entorno da cidade e fez uma ampla distribuição de terrenos, a serem construídos em regime de mutirão? Por que não criou cooperativas de tijolos, telhas, o que baratearia os custos? Resposta: Porque tudo isso é muito trabalhoso. Melhor abrir espaços para os atravessadores ganharem fortunas e se der, entrar como sócio num desses empreendimentos e tirar o seu.
Governo que é governo tem essas obrigações. A ele é vedado o direito de entregar numa bandeja o destino de seus munícipes, como ocorreu nos últimos dois governos.
(Artigo publicado no jornal HOJE - Coluna do Marcel)
Recibo de trouxa
Ontem começaram a ventilar a informação que que houve um lamentável engano. Outros dizem que a UFPA não tinha conhecimento do canto de carroceria que a cidade levaria. Outra informação é que houve um erro no cerimonial e o nome de Parauapebas não apareceu, mas nada mudou no projeto original, tudo continua c omo ante s.
Olha, mudou sim e no lugar de Parauapebas apareceram os nomezinhos de Santana do Araguaia e São Félix, essa é a realidade, agora se vão mexer os pauzinhos e consertar a "cagada" aí é outro departamento, mas, por enquanto e até segunda ordem Parauapebas está fora.
Agora tem gente que não está nem aí, porque se tivesse algum compromisso com o desenvolvimento da cidade, teria acompanhado o processo desde o início, teria ido à Brasília (como foram os outros prefeitos) na entrega do processo da UNIFESSPA. O "caboco" mais uma vez passou recibo de trouxa , porque todo mundo sabe que em Brasília o que vale é lobby.
Quer saber? Trouxa fomos nós que botamos ele lá.
Faisal disse poucas e boas
É que o parlamentar encontrou Walter Desidério, que na camanha de 2008 andou escrevendo um monte de notícias absurdas sobre a família do vereador (por conta disso, Desidério sofreu condenação na justiça por danos morais).
Numa fase mais zen, Faisal se segurou, mas disse poucas e boas, o que foi merecido.
Mania de perder
Parauapebas perde campus da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
O dia 16 de agosto será lembrado como um dos dias mais negros da história da educação de Parauapebas. Neste dia, por volta de 11 horas da manhã, no Salão Verde do Palácio da Planalto, a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA) com cinco campus, tendo como pólo central a cidade Marabá. Indicada como um dos pólos da nova universidade, Parauapebas teve seu nome retirado e a comunidade estudantil ficou sem a sonhada universidade federal.
Conforme o projeto elaborado por um Grupo de Trabalho, composto por técnicos da Universidade Federal do Pará (UFPA), que trabalhou intensivamente desde 2010, numa proposta para ser apresentada ao Ministério da Educação (MEC), os quatro pólos da universidade seriam Marabá, Parauapebas, Xinguara e Rondon do Pará. Participaram ainda do Grupo de Trabalho Fernando Michelot, representando Marabá; Hildete Santos, Xinguara e Leonidas Mendes, Parauapebas.
Segundo informações, o pólo de Parauapebas seria implantado em 2012, como oito cursos, com a projeção de que em 2015, 19 cursos estariam instalados, inclusive com a possibilidade que o núcleo de Ciências Biológicas viesse para Parauapebas, incluindo o curso de Medicina.
No dia 28 de abril desse ano, foi protocolada a entrega do projeto no MEC, em Brasília. Na ocasião o ministro Fernando Hadad afirmou ser amplamente favorável a implantação da UNIFESSPA, como forma de ampliar a oferta de cursos superiores no país. Registre-se que a presidente Dilma Rousseff havia prometido a implantação da universidade na região, por ocasião de sua visita em Marabá.
Depois de receber o projeto, a Secretaria Executiva de Ensino Superior do Ministério da Educação exarou parecer favorável à nova universidade e a localização dos quatro campus.
No último dia 16, cinco vereadores, mais o prefeito Darci Lermen e o secretário municipal de Educação, Raimundo Neto viram a presidente assinar a implantação da UNIFESSPA e o descarte da possibilidade de Parauapebas ter o seu campus. Em seu lugar, dois novos campus: São Félix do Xingu e Santana do Araguaia.
Segundo informações não confirmadas, O MEC teria retirado Parauapebas do projeto porque o município contaria com uma universidade Federal, a UFRA.
A decisão do MEC pegou a comitiva de surpresa, já que os dois municípios contemplados (São Félix e Santana) não tinham apresentado proposta, ou participado da elaboração do projeto.
Ainda que não seja o momento de uma campanha de caças às bruxas, algumas reflexões são necessárias. Nesse momento fica a constatação de que o município escreve sua história com derrotas. Por falta de representação política, por desinteresse, irresponsabilidade mesmo, muitos investimentos públicos e privados, que eram dados como certos desaparecem e migram para outras localidades. Esse tipo de episódio acaba influenciando na autoestima de um povo e criando uma mentalidade perdedora, principalmente na nova geração.
Uma breve retrospectiva revela que Parauapebas perdeu a siderúrgica para Marabá sem ao menos lutar. Um investimento de bilhões de dólares e mais de 16 mil empregos diretos e indiretos foi para o município vizinho, quando todas as possibilidades técnicas apontavam para Parauapebas. Nos próximos anos, a cidade assistirá uma migração de investimento para Marabá, que terá a siderúrgica, cujos fornos serão alimentados com o ferro de Carajás.
Com o dinheiro público a coisa também não é diferente. Na final do ano passado havia recursos federal na ordem de R$ 47 milhões, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para o município. O dinheiro seria aplicado em obras de infra-estrutura no Complexo Altamira e pavimentação na cidade. Por conta de trâmites burocráticos, que poderiam ser resolvidos com uma simples certidão do Tribunal de Contas (TCM), o município deixou o dinheiro retornar. Tem ainda o episódio da Praça da Juventude, no bairro da Paz, cujos recursos, na ordem de R$ 1,7 milhões, provenientes de uma emenda parlamentar da então deputada Bel Mesquita que o município não se interessou e nem chegou a apresentar um projeto. Hoje o local é apenas um depósito de lixo e desova de animais mortos.
Em todos os casos fica claro a omissão do governo municipal e a desastrosa administração do prefeito Darci Lermen. Esse seria o caso de uma pessoa está no local errado, na hora errada. No caso de Lermen, infelizmente (para o município) ele é o mandatário da cidade, num momento em que as oportunidades aparecem e ele as joga fora.
Quando houve a reunião em Brasília para discutir a localização da siderúrgica, o staff de Marabá (prefeito, vereadores, secretários municipais, empresários e jornalistas) estava lá, numa vigília cívica em prol dos interesses do município vizinho. Não há registro de uma única autoridade de Parauapebas. Nem o prefeito Lermen, nem vereadores, nem mesmo a então deputada federal da época, Bel Mesquita. Diante do tamanho desinteresse, estava na cara que a siderúrgica iria mesmo para Marabá.
Na perda dos R$ 47 milhões do PAC o prefeito transferiu a responsabilidade do fracasso para Câmara, ao divulgar que havia contas de antigos presidentes do Legislativo pendentes no TCM. O prefeito só esqueceu de avisar que as referidas contas ainda não tinham sido apreciadas pelo TCM, portanto bastaria uma certidão negativa provisória para liberar o dinheiro. Na verdade, por causa da fartura de recursos oriundos de outros tributos, a prefeitura de Parauapebas jamais gostou de dinheiro federal e costuma desdenhar desses recursos pela simples razão de que esses recursos são auditados pela Controladoria Geral da União e pela Polícia Federal.
Ausência
Apenas para registrar, no dia 28 de abril, por ocasião do protocolo do projeto da UNIFESSPA, o prefeito de Marabá, Maurino Magalhões, acompanhado de cinco vereadores e 10 secretários municipais se fazia presente em Brasília. Por parte de Xinguara, o prefeito Davi Passos, juntamente com seu staff de 40 pessoas também estava na capital federal. Representando Parauapebas, apenas o professor Leonidas Mendes. Leonidas não confirma, mas consta que ele, para justificar o injustificável, precisou dizer que o prefeito estava enfermo e por isso, não pôde participar do evento.
Verdade ou mito, a ausência do prefeito no momento crucial, no qual o destino de milhares de estudantes estava sendo traçado deixou a posição de Parauapebas muito fragilizada.
Nesse momento, um tecnocrata do MEC, ou um político interessado em fortalecer suas bases eleitorais em Santana ou São Félix pode ter chegado a conclusão de que poderia mexer no jogo e substituir o nome de Parauapebas por outro município, o que não aconteceria com Marabá, por exemplo.
Ele deve ter imaginado que ninguém em Parauapebas daria falta, ou se importaria muito. Infelizmente, o tecnocrata do MEC, ou o político interessado em solidificar suas bases estava coberto de razão.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Não ganha uma
Espera do anúncio para estourar o champagne.
Espectativa no salão Verde de Brasília, no último dia 16.
Presidente Dilma Rousseff em vias de asunciar a instalação do campus univeirsitário da recém-criada Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará em Parauapebas.
Na hora H, Parauapebas é preterida para as duas cidades do extremo sul do Pará, Santana do Araguaia e São Felix do Xingu.
Depois dessa é melhor fechar pra balanço e começar a discutir porque a gente não empata com ninguém. Ganhar está fora de cogitação.
No jornal HOJE de sexta, uma ampla reportagem sobre o fracasso de Parauapebas num investimento de uma universidade que já era dada como favas contadas.
Frota sucateada
O blog constatou in-loco o estado deplorável dos veículos. A coisa lá está feia
Faisal chega hoje
Na sua chegada Faisal deve tomar importantes decisões, não só com relação a sua atuação na Câmara, como também partidárias.
Há quem imagine que o vereador poderia aproveitar a janela para procurar um novo partido. Faisal não confirma, mas que ele está desconfortável no PSDB, isso é verdade.
Adelson curte a chegada de mais um rebento
O vereador Adelson Fernandes não viajou com seus pares para a Capital Federal. O motivo é mais do que justo. Sua filha veio ao mundo ontem, de modo que o ilustre vereador está curtindo a chegada de mais um rebento.
Vereadores em Brasília
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
PR: nem situação nem oposição. Será independente
Noutros tempos, a análise política era algo trivial. Havia oposição e governo. A falência das ideologias tornou a coisa ainda mais simples.
Súbito, o PR surge com uma pseudonovidade. Nesta semana, a legenda que dona Dilma “varre” dos Transportes planeja declarar-se “independente.”
Como assim? “Estamos revendo o nosso posicionamento, sem rancor nem revanchismo”, tenta explicar Lincoln Portela (MG), líder do PR na Câmara.
“Caso o partido vá para a independência, haverá um apoio crítico, ele não vai para oposição. O PR não pretende fazer oposição a um governo em que acredita."
Quer dizer: o PR não estará tão distante que amanhã não possa se aproximar das verbas, nem tão próximo que amanhã não possa se distanciar nas votações.
Bons tempos aqueles em que o Congresso era apenas o tempo da política. Hoje, exige-se do analista que entenda também de negócios.
Convertido numa espécie de congregação de homens de bens, o Legislativo subordina tudo à lógica negocial, inclusive os escrúpulos.
(Blog do Josias)
Adesão
Hoje, 15 de agosto, o Pará comemora a adesão do Pará a independência do Brasil.
O pará foi o último estado a aderir a indepêndencia, quase um ano depois do grito do Ipiranga.
O Pará é o único estado da Federação que considera a adesão algo que merecesse um feriado.
PRP realiza encontro partidário
(Blog do Alderi)
Sábado 13, O Partido Republicano Progressista (PRP), teve seu dia de glamour, onde se reuniram com o seu presidente regional do estado do Pará, Jorge Resende.
Estiveram presentes o ex-deputado estadual Cláudio Almeida, o presidente do PSDB de Canaã dos Carajás, Valdemar da Pavinorte e o grande do nome do partido em Parauapebas, o ex-prefeito Chico das Cortinas.
Todos os pré-candidatos a vereador pelo partido foram apresentados aos convidados. Cada um dos candidatos tiveram cerca de 3 minutos para se apresentarem e falar um pouco sobre a opção partidária.
Compareceram ao grande encontro aproximadamente 80 pessoas, entusiasmadas, alegres e aplaudindo exclusivamente o candidato a prefeito Chico das Cortinas.
Jorge Resende, presidente regional falou sobre a importância de ter no partido o Chico das Cortinas, ex-prefeito de Parauapebas.
O ex-prefeito e candidato a prefeito Chico das Cortinas falou um pouco sobre as obras que fez, quando era prefeito e foi aplaudidissimo pelos convidados e partidários.
Uma grande latrina
Na Cidade Nova, a coisa está parecida. Na rua D, nas proximidades do Colégio Fênixz, um esgoto estourado está impregnando o ar.
É soda.
Quem quer ser o candidato do prefeito, ou do governador?
Evidentemente que nessa altura do campeonato só por exercício de quiromancia se saberia quais seriam os candidatos das duas vertentes, entretanto, as sinalizações começam a se desenhar.
No último encontro do PT, muita gente ficou de orelha em pé. Falaram abertamente da possibilidade de que o prefeito estivesse urdindo uma candidatura envolvendo o PMDB e o PP, deixando o PT chupando o dedo. Os petistas queriam a definição do nome do partido o mais rápido possível, ou seja, no front governista, uma indefinição só.
Se a coisa anda meio embaçada pelos lados do PT e companhia, o mesmo acontece na oposição, que até hoje não se sabe que estará empunhando a bandeira e quem será cooptado para engrossar o caldo do Darci.
Primeiramente aventou-se a ideia do grupão, que a bem da verdade cumpriu muito bem o seu papel. Graças a essas reuniões floresceram algumas pré-candidaturas, como Magliano Baese, Antônio Massud e Zé Rinaldo. Foi no debate do início do ano, que nomes que já estavam postos se solidificaram, como, por exemplo, Valmir da Integral. Daniel da Paulistinha, Agnaldo Ávila vieram no esteira da onda oposicionista de 2011.
A despeito de todas estas iniciativas, quem seria o candidato do governador? Pela lógica, Zé Rinaldo, mas é preciso que ele mostre que tem condições de ganhar, caso contrário, os sinos dobrarão para Valmir e ele será o dono da bola.
Valmir reluta em sair do PDT (que tem problemas para formar um grupo forte de pré-candidatos a vereador), mas, ainda assim, muita gente boa do PDT acha que sair seria um tremendo tiro no pé sair agora.
Eles acham e com razão que as eleições de 2012 passarão invariavelmente pelo plebiscito do estado de Carajás. Se o “Sim” ganhar, a influência do governador (que já não é lá essas coisas, salvo se ele aparecer com uma mala preta com R$ 10 milhões) será próxima de zero. Carajás estará emancipado e a capital Belém passa a ser uma vaga lembrança. Na hipótese de o “Não” levar a melhor no plebiscito, as coisas não melhorariam para os lados do governador. Ele será satanizado e visto como o mentor da frustação que se seguirá, será o algoz da morte dos sonhos de liberdade. Nesse caso o apoio do governador seria comparado a uma sentença de morte.
Como se vê, há uma grande chance de ninguém querer Darci e muito menos Jatene no palanque.
(artigo publicado no jornal HOJE - Coluna do Marcel)
"Sim" no plebiscito terá o número 77
Quem for favorável ao ‘sim’ pela criação do Estado do Carajás e do Tapajós terá de digitar 77 duas vezes na urna eletrônica no dia 11 de dezembro, durante o plebiscito. O ‘não’, opção de quem quer o Pará como está, será representado pelo número 55. Isso foi decidido em sorteio no último dia 9 de agosto em sessão administrativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na mesma ocasião ficou estabelecido que primeiro vem a pergunta sobre Tapajós e depois sobre Carajás.
O sorteio foi feito pela vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau e realizado no plenário do TSE, em sessão administrativa.
Segundo a relatora do pedido, ministra Cármem Lúcia Antunes Rocha, a solicitação foi feita pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), com base no relato do secretário de Segurança Pública do Estado, Luiz Fernandes Rocha. A ministra acentuou que a área é historicamente conflitante pelo intenso fluxo migratório, inclusive com atritos de natureza fundiária.
Revoada no PMDB?
"Certo como 2 + 2= 4 que ter uma grande revoada no ninho do PMDB, inviabilizando a eleição de um grande figurão da legenda. Sabes de que estou falando. Tenho uma grande estima pelo amigo, estou te passando em primeira mão, na certeza do anonimato da fonte".
A fonte não adiantou se o comentário de referia aos seis que estão chegando ou a revoada tem a ver com os filiados mais antigos. Vamos aguardar e ver se a coisa tem algum fundamento.
domingo, 14 de agosto de 2011
Servidores da educação negociam a hora/atividade
No âmbito das escolas públicas municipais, houve paralisação total durante todo o dia, culminando com a assembleia geral.
Havia uma expectativa de que a categoria definisse por greve por tempo indeterminado, mas nos últimos dois dias o acordo entre a prefeitura e o sindicato ficou bem próximo.
Dois pontos de pauta devem direcionar o encontro. A discussão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), que está na sua fase final e conta com a participação da classe e a questão da hora/atividade, benefício garantido por lei e que não é pago pela prefeitura de Parauapebas desde 1998.
Em entrevista ao jornal, a coordenadora do Sintepp, Luciene Moutinho afirmou que a Legislação contempla a categoria dos professores em 25% dos vencimentos para atividade hora aula, que é o tempo que o professor leva para elaborar o plano de aula.
Nas reuniões, anteriores com a secretaria de Educação pouco se avançou nas negociações do pagamento do retroativo. ‘‘Por conta do impasse, a categoria estava mobilizada para uma possível paralização, mas vamos tentar o dialogo’’, disse Raimundo Santana, coordenador para Assuntos Jurídicos da entidade.
Novas negociações – Na quarta-feira a categoria voltou a se reunir com membros da prefeitura e segundo informações privilegiadas, o valor do debito teria subido de R$ 3,6 milhões para R$ 4, 1 milhões, que seriam pagos proporcionalmente, conforme o tempo de serviço de cada servidor. Na assembleia geral, a categoria vai decidir se aceita a proposta para a quitação da dívida de forma imediata.
Segundo informações obtidas, a tendência é que a categoria aceite a proposta, que possibilitaria o pagamento da dívida da hora/atividade no próximo contracheque.
ATUALIZAÇÃO - No final da tarde sexta, a categoria aceitou a proposta da prefeitura e homologou o pagamento do retroativo da hora/atividade. R$ 4,1 milhões dividios proposcionalmente entre os professores, conforme o tempo de trabalho.
PP movimenta a política e filia novas lideranças
Acima, diretoria do partido com os novos filiados. Ivan Cardeira e Daires Marques
O Partido Progressista (PP) de Parauapebas continua abrindo as portas para novas lideranças. A iniciativa de filiar pessoas que ainda não passaram por um mandato de vereador visa oxigenar o partido e dar novas alternativas para as eleições de 2012. A maioria dos que estão ingressando no partido será candidato a vereador.
O partido busca fazer uma boa bancada de vereadores nas eleições do ano que vem, se transformando em um protagonista na política local. Atualmente o PP não dispõe de nenhum representante no Legislativo da cidade.
Depois de trazer o ex-vereador Devanir Martins, Josemir Santos, Jair Diogo, Fátima Sampaio, na quinta-feira (11) Ivan Caldeira e Daires Marques assinaram a ficha de filiação. O encontro aconteceu na residência do vice-presidente do partido, Zacarias Assunção.
Os novos filiados se juntarão a outras lideranças, como Zacarias Assunção, José Wilson, Raimundinho da Ambulância, Mazinho do Garimpo das Pedras, Washington e muitos outros. “O objetivo é formar um grupo de pessoas comprometidas com a vida do partido, eleger vereadores e influenciar na política de Parauapebas. O PP será um dos partidos mais fortes, apartir de 2012”, garante o o presidente, Roque Dutra.
Advindo do PDT, Ivan Caldeira fará sua segunda tentativa. Na primeira ele obteve perto de 600 votos, sendo um dos mais votados do partido. Dessa vez ele não deixa por menos e quer uma cadeira no Legislativo.
O mesmo objetivo tem a jovem Daires Marques. Representante do sexo feminino na política local, as eleições de 2012 será sua segunda experiência e ela quer fazer bonito. Daires é filha do empresário Chico do Bicho.
Sintepp atento
Mensagem ao pai
Congresso da UBES
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Justiça seja feita
Agora que estamos vivenciando uma sensível melhora no serviço de internet, convém registrar, até como uma forma de fazer justiça.
Convocada seleção que disputará o intermunicipal
Presidentes de clubes, jornalistas e torcedores em geral prestigiaram a convocação. O deputado Milton Zimmer, presidente do Parauapebas Futebol Clube (PFC) também esteve presente.
A reunião foi aberta pelo preisdente da Liga, Laureci Faleiro, que agradeceu o apoio de todos e falou das responsabilidades de vestir a camisa da seleção de Parauapebas bi-campeã estadual de seleções.
Em virtude da ausência do treinador Emerson, ex-jogador do Docenorte, o preparador físico, Cuca ficou encarregado de divulgar a lista dos convocados.
Com nove convocações, o Vila Romana foi o clube que mais cedeu jogadores à seleção, seguido do Dallas, com sete.
Goleiros:
Rogério (Vila Romana)
Bruno (Triangulina)
Rone (Rio Branco)
Laterais:
Junior Rondon (Vila Romana)
Ernandes (Dallas)
Jairinho (Vila Romana)
Paysandu (Triangulina)
Zagueiros:
Geovane (Dallas)
Erinho (Dallas)
Helso (Vila Romana)
Fidélis (Palmeiras)
Rodrigo (Vila Romana)
Volantes:
Paranás (Vila Romana)
Evaldo (Dallas)
Willian (União)
Maranhão (Palmeiras)
Meias:
Lucas “Pão de quiejo” (Primavera)
Rafael (Dallas)
Serginho (Vila Romana)
Mauro (Dallas)
Carlinhos (Triangulina)
Atacantes
Bombom (Vila Romana)
Robinho (União)
Bodó (Primavera)
Ricardo (Dallas)
Igor (Crap)
Junior Chico (Vila Romana)
Francis e suas bandeiras
Ao que parece, Francis é da turma da cantora paraense, Leila Pinheiro e sua músaica "Verde", lembra? "Quem pergunta por mim, já deve saber que não me esqueci das minhas bandeiras"
Turismo em palpos de aranha
Em tempo: a nossa ex-prefeita Bel Mesquita ocupa uma importante secretaria do ministério, que é do PMDB. Espera-se que não haja nada contra ela.



